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Ultrasonografia
BIOCAL





16/11/2012 11:55:21
      
Com filha de 4 meses acidentada, publicitário viveu dias de agonia em Vilhena

O publicitário vilhenense Waldemar José de Lima passou por transtornos e temeu pela vida da filha, um bebê de apenas quatro meses de vida, quando a menina caiu de uma rede e bateu com a cabeça no chão. Morador do bairro Jardim das Oliveiras, Waldemar levou a criança ao Hospital Regional logo após o acidente doméstico. Na unidade, foi feito um raio-X que comprovou uma fratura no crânio do bebê. Os transtornos do pai estavam apenas começando...
O neurologista do próprio HR atendeu a criança e disse ao publicitário, que tem 33 anos e é pai de outros dois filhos, que ela precisaria ser submetida a uma tomografia, exame que é feito numa clínica particular. O pai procurou funcionários do hospital, que lhe disseram que só poderiam lhe encaminhar à empresa responsável pelo procedimento na segunda-feira (a lesão acontecera na sexta-feira da semana passada).
Mesmo temendo que a pequena morresse ou ficasse com seqüelas irreversíveis, Lima se viu obrigado a aguardar, pois segundo diz, lhe foi omitida a informação de que ele mesmo poderia pagar a tomografia. Na segunda-feira, voltou a pedir a requisição e teria, segundo disse por telefone ao FOLHA DO SUL ON LINE, sido “enrolado” por profissionais de saúde do Regional. “Eles alegavam que era preciso a presença de um anestesista e que não havia este especialista para acompanhar minha filha. Chegaram até a sugerir que ele fosse mandada para Porto Velho”, denunciou.
O drama do profissional de artes visuais só acabou quando um casal de vizinhos se compadeceu da situação e foi até a clínica e descobriu que, independente da autorização do hospital, o exame poderia ser feito, desde que ele pagasse pelo serviço. Ali, o homem também soube que não havia necessidade de anestesista e que o motivo da “embromação” era o fato de o convênio entre a Prefeitura e a empresa ainda não ter sido renovado. Com o cartão cedido pelo casal de amigos, Waldemar parcelou a dívida em cinco vezes e fez a tomografia “no particular”.
Hoje, segundo Waldemar, a filha está bem, mas foi preciso a compaixão de terceiros para que uma eventual tragédia fosse evitada. “Deu muita revolta a atitude daquela gente. Se tivessem me avisado antes sobre o verdadeiro motivo da falta de requisição para a tomografia, eu teria tentado outro jeito. Eles colocaram a saúde da minha filha em risco”.
O site estará à disposição da direção do Hospital Regional para que esclarecimentos sobre este caso sejam feitos.

 



Fonte: FS
Autor: Da redação


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