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24/01/2013 12:57:19
      
Aumenta êxodo rural e concentração de renda rural no Cone Sul, diz levantamentos

Segundo algumas evidências de sindicatos e estudos independentes, o êxodo rural e a concentração de renda no campo no Cone Sul aumentaram na última década. Isso quer dizer que mais pessoas deixaram o campo para viver nas cidades ou em outras regiões, e que menos pessoas são donas de mais terras.

 

De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Cerejeiras e Pimenteiras Do Oeste, o STTRCP, Divino Sobrinho, havia, há cerca de dez anos, cerca de 5 mil associados ao sindicato. Hoje há cerca de 2.500.

 

Uma volta pela zona rural do Cone Sul pode ilustrar este fato. Antes, havia mais movimento rural, hoje as grandes áreas tomam conta da paisagem.

 

Na foto que ilustra esta página, uma casa abandonada, cercada por uma lavoura de soja, no município de Corumbiara, era habitada por um casal de agricultores. Eles venderam a terra para um vizinho e se mudaram para um bairro em formação em Vilhena. (O homem já morreu de câncer)

 

O município de Corumbiara, por exemplo, tem cerca de 230 propriedades rurais. Destas, 30 são grandes fazendas que ocupam 50% do município, segundo dados da Idaron corumbiarense. Ou seja, se este dado estiver correto, metade do município é constituída de 30 propriedades rurais, a outra metade, de 200.

 

A presença da soja na região, apesar de ser bom para a divisa (balança comercial) do Estado e do Brasil, parece ter criado mais dificuldade aos pequenos produtores. Muitos deles arrendaram suas terras para os grandes plantadores.

 

O estado de Rondônia foi formado por pequenos situantes, os colonos. Estas pequenas famílias de médio poder de compra alimentavam ainda mais o comércio do varejo. Hoje, os comércios voltados para mercadorias básicas vendem menos que no passado, isso considerando de forma geral.

 

Um gerente de um dos maiores mercados em Cerejeiras afirma que o varejo de secos e molhados caiu consideravelmente nos últimos dez anos.

 

Por outro lado, o comércio de carro e produtos de certo refino aumentou na região. É uma mudança, que pode ser ruim ou mau, dependendo do ponto de vista de quem observa.


 



Fonte: FS
Autor: Rildo Costa


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