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CLARETIANO
LEO





28/02/2014 11:43:14
      
Empresária vilhenense que mora na Venezuela descreve situação no país vizinho

Residindo há 18 anos na Venezuela, a empresária Salete Perazzoli concedeu entrevista ao FOLHA DO SUL ON LINE através do Facebook nesta sexta-feira, 27. Dona de uma agência de turismo em Santa Elena de Uairén, a 15 km da divisa com Roraima, Salete morou em Vilhena até meados da década de 80. Casada e mãe de dois filhos, ela admite que o país está em conflito, mas garante os protestos por lá não são mais assustadores que as manifestações em cidades brasileiras e que lhes chegam pela TV de lá.

Antes da entrevista, o site quis saber quem ela apoiava na queda de braço que vem sendo travada entre governo e oposição venezuelanos. Sua resposta: “Não me meto em política, pq aqui é igual no Brasil: muita corrupção, então apoio a quem quer realmente ajudar o país. Assim como o Maduro tem ideias boas, o Lopez tb tem”, escreveu, referindo-se ao presidente Nicolás Maduro e ao líder oposicionista Leopoldo Lopez.

A vilhenense reconhece problemas sérios na nação bolivariana: a violência vem aumentando e faltam mercadorias nos supermercados, além de relatos de corrupção no governo. Mas faz uma ressalva, acrescentando: “Acho q as manifestações do Rio e São Paulo estão piores que aqui”. A empresária diz que recentemente houve uma espécie de trégua entre grupos políticos rivais de lá: “Houve um debate em cadeia nacional onde se reuniram o governo e a oposição e foi muito proveitoso. Entraram em um acordo e está tudo certo”.

Mesmo reconhecendo as dificuldades provocadas pelo desabastecimento e a corrupção na Venezuela, Salete, cujo pai e irmãos ainda moram em Vilhena, aponta algumas vantagens de se morar lá: “posso te responder o q é mais facil aqui do q no Brasil: custo de vida, gas,luz,telefone,gasolina,etc),aqui vc compra uma casa e só paga o imposto na hora da compra ou da construção. Vc compra um carro e não precisa pagar IPVA,nem IPTU,e o povo venezuelano não tem nenhum tipo de preconceito e nem diferença social”.

A empresária diz que, no momento, os confrontos mais violentos entre manifestantes pró e contra o governo venezuelano se concentram em três cidades: San Cristóbal, na divisa com a Colômbia, em Maracaibo e na capital, Caracas.

 



Fonte: FS
Autor: Da redação


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