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Quinta-Feira, 26 de Abril de 2018

Claretiano
Rondocap

29/05/2014 17:23:39
      
Estagnação no comércio e carga tributária vilhenenese preocupam empresários

A “paradeira” que pode ser observada nas lojas e empresas de Vilhena está causando uma espécie de ressaca entre os investidores da cidade. É o resultado de uma taxa tributária elevada, somada ao grande número de feriados e a ausência de empreendimentos que fomentem a economia de forma significativa. Segundo o supervisor Claudino Peretto Junior, da Associação Comercial e Industrial de Vilhena (ACIV), “infelizmente a cidade ainda tem no contracheque dos servidores públicos sua principal alavanca econômica, e o movimento nas lojas só é mais intenso no período em que os vencimentos desta classe funcional são realizados”.
Este ano, com o acúmulo de eventos de monta, caso da Copa do Mundo, Expovil e campanha eleitoral, existe o receio de que o impacto negativo nas empresas locais seja ainda mais expressivo. Com relação aos feriados, como o que aconteceu recentemente no último sábado, existe um entendimento entre sindicatos patronais e de trabalhadores estabelecendo apenas cinco datas do gênero (1° de maio,7 de setembro, 2 de novembro, 25 de dezembro e 1° de janeiro) durante os quais as empresas não podem funcionar. “No caso do sábado e em outras datas comemorativas o comércio pode abrir, desde que haja compensação aos trabalhadores conforme o acordo firmado. “Mas, sempre há resistências e controvérsias entre patrões e empregados”, explica Junior.
No entanto, o que mais incomoda o setor é a pesada carga tributária estadual vigente em Rondônia. “Pagamos 17% de ICMS ao Estado, enquanto no Mato Grosso a alíquota é de 10%. Isso espanta investidores e motiva até a desistência de empresas importantes na permanência em Rondônia, como é o caso da Açofer, que está deixando o Estado”, argumenta.
Para reverter o quadro negativo, a ACIV está elaborando uma campanha que pretende envolver toda a sociedade no sentido de valorizar as cidades do Cone Sul como um todo e levantar a auto-estima da comunidade em geral. “Pretendemos debater com a sociedade o que pode ser feito neste sentido, pois o fortalecimento de nossa economia e de nossos valores será fundamental para atravessarmos este momento difícil e retomar o ritmo de crescimento em que estávamos há pouco tempo atrás”. A entidade quer também abrir diálogo com o governo buscando mudança na política tributária, e para tanto precisa ter respaldo da sociedade de forma maciça. “Vamos tentar unir Vilhena para mostrar a nossa força e importância dentro do contexto econômico do Estado”, finalizou Claudino.



Fonte: FS
Autor: Da redação


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