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Quarta-Feira, 25 de Abril de 2018

Claretiano
Rondocap

17/09/2014 15:45:48
      
Marcado júri do acusado de matar professor e deixar jovem em cadeira de rodas

A menos de uma semana para completar dois anos e sete meses, está previsto para esta semana o julgamento do “Crime do Clube dos Estados”, tragédia de grande repercussão em Vilhena e no Cone Sul. No banco dos réus, respondendo por homicídio e outras acusações, estará Samuel Firmino da Silva (à direita). De outro, as vítimas que sobreviveram ao episódio sangrento. O julgamento está agendado para esta sexta-feira 19, no plenário do Tribunal do Júri da Comarca.
Na semana passada, a reportagem da FOLHA DO SUL ON LINE conversou informalmente com um dos implicados no caso, Hermisson Benedito da Luz (de boné). Tido como um dos pivôs do crime, ele perdeu o irmão, Edson Benedito da Luz, conhecido como “Jabá”; e é pai de Patrick Balestrin, alvejado na coluna e portador de sequelas severas. O jovem hoje usa cadeira de rodas em virtude do tiro que lhe atingiu na coluna.
O crime aconteceu no início da noite de um sábado, num dos locais mais frequentados por praticantes de esportes. Em decorrência de rixa estabelecida entre o acusado e o fisiculturista Hermisson, aconteceu o confronto nas dependências do clube de lazer. Samuel Firmino da Luz, mesmo em inferioridade com relação aos adversários, mostrou um poder de reação impressionante: com cinco tiros, acertou três alvos. Hermisson só escapou de ser atingido porque a bala dirigida a ele atingiu um telefone celular que estava no bolso de sua camisa. Agredido por amigos das vítimas, o atirador conseguiu escapar e, dias depois apresentou-se às autoridades.
Os advogados do acusado vão defender a tese de legítima defesa. Segundo esta versão, Samuel era vítima de constantes agressões por parte de Hermisson, conhecido como “Lobão”, além do filho e até a esposa dele. No dia do crime, não seriam apenas os parentes a lhe agredir, mas um grupo de pessoas. O rapaz teria atirado para se defender. A defesa está convicta que conta com apoio da opinião pública, e se dá por satisfeita se o réu for punido apenas pelo porte da arma.
Na conversa com o site, Hermisson não quis comentar o caso, mas confirmou a data do julgamento e sua participação na condição de vítima de tentativa de homicídio.



Fonte: FS
Autor: Da redação


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