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CLARETIANO
BIOCAL





02/01/2015 16:08:30
      
Ano de 2014 em Cerejeiras foi marcado por megaobra, violência e “zap-zap”

A próxima edição do jornal FOLHA DO SUL, que circula a partir de amanhã,  dia 03, traze uma reportagem com uma retrospectiva do ano de 2014 em Cerejeiras. A matéria, assinada pelo correspondente do jornal no município, afirma que a obra de saneamento básico e os casos de violência urbana foram as duas estacas mais visíveis do ano que passou.

Uma megaobra, cujo valor passa dos R$ 26 milhões, foi quase totalmente executada no município em 2014. A benfeitoria de saneamento básico, uma iniciativa do governo federal, está em curso na área urbana cerejeirense.

No ano passado, foi a etapa de enterrar os encanamentos da obra. Por isso, o incômodo causado à população urbana, em particular, levantou uma série de críticas à administração pública municipal, o que levou os vereadores de Cerejeiras a fazerem pelo menos quatro reuniões públicas sobre a questão.

Um outro assunto que tomou conta do ano de 2014 no município foi a violência. Em Cerejeiras, este ano não foi dos mais tranquilos. Há até pioneiros que dizem que foram os doze meses mais violentos da história da cidade.

Houve casos de assalto a residências, em que bandidos deixaram os moradores da casa, um casal idoso de empresários, amarrados dentro do banheiro e, na fuga, os criminosos tocaram fogo na caminhonete das vítimas.

Também houve o caso do assassinato do filho de um dos vereadores mais conhecidos do município. O pecuarista Márcio Feliciano, filho do vereador José Feliciano, o Zezão (PR), atual vice-presidente da Câmara, foi morto a tiros no dia 30 de maio de 2014. Até o momento, o crime permanece insolúvel pela polícia.

Em outro caso, apenas para ficar em mais um exemplo de violência, um assalto a uma joalheria espalhou pânico entre a população urbana. Um par de jovens, na casa dos 20 anos, assaltou o estebelecimento, mantendo uma moça como refém. Com a ação da polícia, o caso terminou bem e os criminosos estão na cadeia.

E, por fim, o que mais marcou o ano de 2014, pelo menos entre a população dotada de celulares possantes, foi a chegada de um aplicativo de mensagens instantâneas. O WhatsApp virou mania. Até os empresários cerejeirenses, que não são tão afeitos às novidades, caíram na tentação de usar o aplicativo para quase todo tipo de comunicação empresarial – entre chefia e funcionários, entre colegas, entre diretores de associação de classe.

A mania do WhatsApp em Cerejeiras foi tamanha que, agora em dezembro, uma piada que correu entre os usuários dos aplicativos quase mobilizou a polícia local. O ano de 2014 em Cerejeiras também foi o do “zap-zap”, como o aplicativo é popularmente chamado.

 



Fonte: FS
Autor: Rildo Costa


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