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CLARETIANO
LEO





16/01/2015 11:03:46
      
Com popularização de celulares, quase ninguém usa mais orelhões no Cone Sul

Poucos rondonienses sabem o que significa o termo “Terminal de Uso Público”. Mas a palavra “orelhão” todo mundo sabe que são os telefones de uso coletivo, instalados em pontos movimentados das cidades brasileiras, incluindo as de Rondônia.

Projetado nos anos 1970 por uma designer chinesa, o orelhão foi uma encomenda do Brasil para proteger os telefones públicos (nos Estados Unidos e Europa, por exemplo, são cabines). Foi então projetado um objeto de vidro ou acrílico, que abafa os sons externos, e uma cobertura oval, que protege o telefone e o usuário da chuva e do sul. As ligações nos aparelhos eram feitas por meio de fichas, mas passam a ser feitas por cartões comprados em bancas de jornal e varejistas em geral.

Foram instalados mais de 800 mil orelhões no país todo, segundo a Anatel. Em Rondônia há cerca de 8 mil telefones públicos deste tipo, segundo dados de 2012 da operadora Oi, que administra os orelhões no Estado.

Mas, com a chegada do celular, principalmente os pré-pagos, os orelhões estão se tornando um objeto de pouco uso e quase obsoleto. Segundo uma reportagem do G1 de 2012, entre 2007 e 2011 foi registrada uma queda de aproximadamente 85% no consumo de créditos (cartões) em orelhões.

Segundo dados apurados pelo FOLHA DO SUL ON LINE, são raros os telefonemas feitos por esses terminais públicos e, quando são realizados, são ligações a cobrar, geralmente para celulares ou telefones fixos de empresas.

No distrito do Guaporé, encruzilhada na BR-364 que vai para Chupinguaia, a 92 quilômetros de Vilhena, existe um orelhão que, segundo um comerciante que trabalha no local, raramente é usado. “Só motoristas que usam. Nós nem temos cartões para vender. Raramente os fornecedores mandam cartão para vendermos aqui e quase ninguém procura”, disse o comerciante.

Em Cerejeiras (FOTO), onde existem menos de dez aparelhos, é raro ver um usurário num orelhão. Além disso, como é comum em outras cidades brasileiras, é comum ver os terminais telefônicos públicos serem alvos de vandalismo noturno.




Fonte: FS
Autor: Rildo Costa


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