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CLARETIANO
BIOCAL






22/06/2016 09:04:53
      
Vilhena respira aliviada: advogado diz que empreiteiro preso não fará delação premiada

Obras apontadas como irregulares foram amparadas por contratos


Em visita à redação do FOLHA DO SUL ON LINE, na manhã desta quarta-feira, 22, o advogado Sérgio Abrahão Elias, que atua na defesa do empresário Fausto Moura, preso esta semana sob acusação de licitar obras irregulares em Vilhena, negou a intenção do cliente de fazer delação premiada. A simples possibilidade de o empreiteiro fazer revelações já assombrava os meios políticos locais.

Abrahão esclareceu que ainda não teve acesso ao processo principal sobre o caso, mas confirmou que não vai haver delação: “Ele não cometeu crime, portanto, não tem o que confessar”, disse, acrescentando que as obras apontadas como ilegais são amparadas em contratos, assinados inclusive pelo prefeito Zé Rover (PP).

Aliás, sobre tais serviços, o advogado explica que se tratou de ações emergenciais. Uma das obras, feita às pressas, foi feita numa represa onde duas crianças haviam morrido afogadas. Caso o trabalho não fosse executado, haveria risco de novas tragédias no local. Relembre aqui a tragédia.

A outra obra foi a pavimentação do acesso a um conjunto de casas populares, custeado com verbas federais e que não poderia ser inaugurado sem o asfalto. “Os imóveis estavam sendo invadidos e, portanto, era urgente a entrega deles”, argumentou Elias.

LIXO
Acusado de envolvimento numa suposta fraude quanto ao serviço de coleta de lixo em Vilhena, Fausto estaria negando a prática, embora por fontes não oficiais. 
Testemunha da cotação de preço do serviço, ouvida pelo FOLHA DO SUL ON LINE, garante que não houve ilegalidade na disputa. “Todos os participantes entregaram envelopes lacrados, e a Reciclam, que não pertence ao Fausto, apresentou preço cerca de R$ 200 mil abaixo da segunda colocada para fazer a coleta do lixo”, informa o entrevistado, preferindo o anonimato.

Suspensa administrativamente, a disputa foi parar na justiça, que suspendeu a contratação até decisão definitiva sobre o caso.



Fonte: Folha do Sul
Autor: Da redação


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