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05/08/2016 09:08:41
      
Em Vilhena, aposentada precisa ir a agência bancária provar que não está morta

INSS exige que procedimento seja feito uma vez por ano

Sentada na porta do banco Itaú, em Vilhena, na manhã desta sexta-feira, 05, a aposentada Onícia Maria de Macedo, 68 anos, explicava a quem chegava ao local, antes da abertura da agência: “Me chamaram aqui pra eu fazer a prova de vida”. 

A própria idosa diz concordar com o procedimento, executado uma vez por ano, e que tem como finalidade evitar que os familiares continuem sacando o benefício após a morte do aposentado ou pensionista. “Não acho ruim não, porque não é certo a pessoa pegar o que não lhe pertence”.

Uma funcionária do próprio Itaú diz que a “prova de vida”, que consiste em o titular do benefício comparecer com documentação, simplesmente para provar que não morreu, é uma exigência do INSS, após várias fraudes cometidas por herdeiros de aposentados falecidos.

Onícia é uma das muitas migrantes que chegaram em Rondônia na década de 1970. Mineira de Conselheiro Pena, conta que, 40 anos atrás, desembarcou com o marido (20 anos mais velho), e os primeiros dos 11 filhos que teve. Morou algum tempo em Colorado, até ganhar do Incra um sítio na Linha 04, em Corumbiara.

Morando em Vilhena há 18 anos, a agricultora conta que, já em idade avançada, o marido resolver vir morar na cidade. “A terra era muito ‘quebrada’, era difícil carregar a lavoura na cacunda descendo aqueles morros”, diz a anciã, com o inconfundível sotaque mineiro.



Fonte: Folha do Sul
Autor: Da redação


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