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CLARETIANO
JAURU






02/12/2016 09:47:10
      
FOLHA constata crise em Porto Velho com fim de obras em usinas e enchente histórica

Reportagem do site esteve na capital e comprovou drama econômico

Quando um visitante coloca os pés em Porto Velho, logo já nota o sinal da recessão. Perto da rodoviária da capital rondoniense (que, a propósito, está caindo aos pedaços), a placa de um hotel anuncia os quartos de solteiro simples por apenas R$ 29,99. Não precisa ser economista para saber que esse valor não deve nem mesmo cobrir os custos básicos do negócio de hotelaria.

“Se eu não diminuir meu preço, os outros diminuem. Quase não tem gente de fora para se hospedar aqui e alguns hotéis até fecharam”, disse a dona do estabelecimento, onde o repórter do FOLHA DO SUL ON LINE esteve hospedado na terça, 29.

De todas as cidades de Rondônia, a capital parecer ser a que mais sofre os efeitos da recessão econômica brasileira. “Porto Velho passou por três momentos difíceis: o fim da obra das usinas do rio Madeira, as enchentes do mesmo rio em 2014, causando grandes prejuízos e, agora, a crise econômica”, escreveu um jornalista da edição de sábado (26) de um conhecido jornal que circula na capital.

A situação econômica de Porto Velho hoje, segundo a reportagem do FOLHA DO SUL ON LINE ouviu, é pior por causa dos aparentes progressos atingidos até 2014. Até neste ano, no primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff (PT), a capital recebeu um aporte de investimentos passando de R$ 1 bilhão, para a construção das hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio. Nesta época, um quarto de hotel em Porto Velho não saia por menos de R$ 120,00.

Ainda de acordo com o colunista de um jornal rondoniense, a situação de Porto Velho pode ainda piorar por causa dos efeitos da Lava-Jato, que já atingem grandes figurões políticos da capital de Rondônia. “As delações da Odebrecht vão atingir ex-prefeitos, ex-vereadores e demais personalidades da política portovelhense”, escreveu o jornalista em sua coluna. Detalhe: a empreiteira Odebrecht atuou na construção de uma das usinas.

Em conversa com o FOLHA, a secretária executiva de uma importante organização confirma a situação precária da capital, mas faz uma ressalva: “As coisas estão difíceis aqui. O desemprego está grande, as pessoas não estão podendo comprar. Mas o que tem segurado Porto Velho são vocês, do interior, que precisam vir à capital. As cidades do interior de Rondônia são mais fortes e com economias mais estáveis, e por isso acabam beneficiando a capital”, diz. 



Fonte: Folha do Sul
Autor: Rildo Costa


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