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Quinta-Feira, 19 de Janeiro de 2017

CLARETIANO
BIOCAL





14/12/2016 10:34:43
      
Casos de Aids disparam em cidade da região e Vilhena pode registrar contágio em massa

Bioquímica faz alerta e se espanta com crescimento da doença


A situação é alarmante em de Juína, cidade Mato Grosso, que fica a 240 km de Vilhena. Neste ano de 2016 houve um aumento significativo dos casos de pacientes com Aids. A preocupação das autoridades que lidam com a situação é a disseminação dos casos em municípios próximos.

 A informação é da Coordenadora do Laboratório do Município, Gian Carla Zanela, que após levantamentos, detectou 39 novos casos. Ela frizou “é um absurdo para um município do tamanho de Juína este grande numero de novos casos, sendo que antigamente, na contabilidade geral anual, esse total daria 13, não só de Juína, mas na região”. A servidora pontua que são 39 novos (2016) em e Juína e alerta população: “Você só pega Aids por descuido, porque o preservativo está vencendo lá no posto de saúde”
 
Gian Carla, que é bioquímica do município, lembra que os preservativos têm o prazo de validade de 5 anos e mesmo assim eles estão sendo perdidos sem ter sido utilizado pela população.
 
Mas por que a população não está usando preservativo? Esse é um questionamento da saúde. Gian Carla ressalta que a equipe do Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) tem procurado realizar palestras nas igrejas, escolas e nas unidades de saúde da família, disseminando o perigo dessa doença.
 
As enfermeiras procuram fazer um trabalho com relação à prevenção da doença, mas muitas famílias tapam o sol com a peneira. A responsável pelo laboratório deu um exemplo: “Eu tenho um filho de 14 ou 15 anos e vou falar para ele não manter relação sexual. Você tem que orientar seu filho a manter relações sexuais protegido. Não adianta ‘tapar o sol com a peneira’, é dever dos pais  informar e alertar seus filhos para o uso do preservativo, porque a única forma de não contrair Aids é com o uso da camisinha”. 

A profissional de saúde enfatiza: “Hoje as pessoas tem opção de ter ou não Ais, elas podem optar em manter relação sexual com uma pessoal desprotegida ou não”.
 
Os números apresentados na reportagem inclui pacientes com união estável, donas de casa, jovens que trabalham em empresas etc. Anteriormente falava-se em grupos de risco, como os profissionais do sexo ou homossexuais, porém, inúmeras pessoas de todas as classes sociais estão contraindo esta doença.


 



Fonte: Juína News
Autor: Da redação com Juina News


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