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12/01/2017 10:47:56
      
Novo secretário denuncia “sumiço” de dinheiro e outros absurdos na Saúde de Vilhena

Vasques diz que médicos fazem o que querem e do jeito que querem

Visitaram a redação do FOLHA DO SUL ON LINE, na manhã de intem (quarta-feira, 11), o secretário municipal de Saúde de Vilhena, Marco Aurélio Vasques, e seu ajunto na Pasta, o assistente social Evandro Gomes. Ambos trabalharam juntos quando o secretário foi diretor do Hospital Regional de Cacoal. 

Ao relatar ao site os primeiros problemas que encontrou em Vilhena, o gestor, que também é coronel aposentado da PM, denunciou uma situação que é caso de polícia: segundo ele, o município vai ter que repor R$ 200 mil que “sumiram” da conta bancária. O recurso federal, que deveria ser usado para construir uma UTI Neonatal, foi gasto em outra finalidade. “Como a União pediu a devolução do dinheiro, já que a obra não foi feita, vamos ter que tirá-lo de outro setor”.

Ao falar das despesas do Hospital Regional, o maior da região, Vasques disse que o levantamento completo sobre isso ainda não ficou pronto, mas alguns indícios de ilegalidades foram encontrados. “O município estava pagando as contas de luz e telefone do Hemocentro, que são de responsabilidade do Estado. Já mandei suspender tudo”, informa, acrescentando que, em prédios alugados, onde funcionavam unidades de Saúde municipais, mesmo após a desocupação, as contas de luz continuaram em nome da prefeitura, embora o consumo seja dos donos dos imóveis. 

Aliás, o Regional não quita as tarifas de energia elétrica há anos. As contas mensais, de aproximadamente 55 mil, vêm se acumulando e, em algum momento, “vão estourar”. Vasques promete quem em sua gestão este compromisso será honrado pontualmente.

MÉDICOS
Vasques adianta que serão necessárias poucas contratações de médicos para normalizar o atendimento. Ele diz que o problema, neste caso, é a falta de gerenciamento dos profissionais. “Alguns fazem o que querem e do jeito que querem. Precisamos colocar ordem nisso”.

NAVALHADA
Titular da Semusa também detectou falha no projeto para a construção de um Centro Obstétrico no HR: “Uma empresa contratada para fazer o projeto não ouviu os médicos e o que estava sendo construído era um complexo que não previa sala de partos. Isso é um absurdo”, revela, acrescentando que mandou refazer tudo.

SALÁRIOS
O secretário denuncia que, além dos atrasos nos pagamentos do funcionalismo, os descontos referente a Imposto de Renda e contribuições previdenciárias eram feitos nas folhas salariais, mas não eram repassados, o que caracteriza apropriação indébita, crime pelo qual algum gestor anterior deve responder.
“Estamos trabalhando para quitar a folha de janeiro dentro do mês trabalhado. Se conseguirmos fazer isso, daí em diante as coisas se normalizam e não haverá mais atraso”, explica, lembrando que foi com esforço que os salários de dezembro do ano passado foram honrados.



Fonte: Folha do Sul
Autor: Da redação


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