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24/01/2017 10:39:10
      
Pais madrugam em filas e reclamam da falta de vagas em escolas municipais de Vilhena

Secretária de Educação anuncia construção de novas escolas

Vários pais procuraram a Secretaria Municipal de Educação (Semed) de Vilhena, nesta segunda-feira (23), para reclamarem da falta de vagas ou de escolas no bairro em que moram.

"É uma vergonha a gente ter que madrugar em uma fila para ter acesso a educação e mesmo assim sair de mão abanando", disse o comerciante Alexander Machado de Oliveira, que não conseguiu matricular o filho de três anos na escola Chitosse Mochisuki Inaba, localizada no Centro.

Segundo a direção da escola Chitosse, dos 120 pais que aguardavam no local, apenas 70 puderam matricular os filhos. O problema de falta de vagas aconteceu apenas nas matrículas para o primeiro ano da pré-escola. "Em uma hora, todas as vagas ofertadas para o Pré-1 foram preenchidas. Teremos três turmas e infelizmente não temos capacidade no momento para abrir mais", explicou a diretora Luciene da Silva.

Na Escola Municipal Marizete Mendes de Oliveira, a situação não foi diferente. Mesmo os moradores do bairro tendo prioridade para matricular os filhos do 1° ao 5° ano, a procura foi grande. Desde sábado (21), pais se alojaram no pátio da escola na esperança de conseguirem uma vaga.

A dona de casa Lizandra Priscila, de 25 anos, saiu com a filha de 1 ano e 8 meses no colo às 4h50 da manhã. Na primeira escola que tentou no bairro em que mora, as vagas acabaram antes de ser atendida.

Então ela decidiu ir até o bairro vizinho e conseguiu matricular o filho de 3 anos na Escola Municipal Ensina-me a Viver. Conforme a direção do local, até às 10h ainda haviam vagas disponíveis para alunos da pré-escola.

Nos bairros Cristo Rei, Moisés de Freitas e no Residencial União, pais reclamaram da falta de escolas para atender seus filhos que estudam do 6° ao 9° ano. Eles contaram que antes, os filhos poderiam estudar em uma escola municipal próximo de casa, mas em 2015, a Semed fez um acordo com o governo estadual onde foi repassado o 6°, 8° e 9° ano para o estado, a fim de lidar com a demanda de ensino infantil.

NOVAS VAGAS E NOVAS ESCOLAS
Ao site G1, a secretária de educação Raquel Donadon, informou que o problema de falta de vagas e de escolas nos bairros já havia sido detectado antes mesmo do período de matrícula. Por isso, foram criadas 500 novas vagas e dado ordem para a continuação da construção de duas novas escolas municipais.

"É que a cidade cresceu e não ofereceu estrutura. Temos bairros novos que não possuem escolas. Estamos tentando remanejar o máximo possível, mas no momento, o pai terá que matricular o filho em outro bairro mesmo, porque a criança não pode ficar sem ir para a escola", justifica.



Fonte: G1/Cone Sul
Autor: Aline Lopes


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