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06/03/2017 11:10:39
      
Diretor do Hospital do Câncer acusa deputada de atrapalhar entidade e colocar pacientes em risco

Henrique Prata pretende acionar Ministério da Saúde

O diretor do Hospital do Câncer de Barretos, Henrique Prata, denunciou a deputada federal Marinha Raupp (PMDB) e o indicado do casal Raupp na titularidade da Secretaria Estadual de Saúde de Rondônia, Williames Pimentel, por, supostamente, estarem apoiando o que ele classificou de ação ilegal e criminosa da clínica São Pelegrino, de Porto Velho, que também atua no tratamento da doença.


Henrique Prata disse não entender os motivos que levaram Marinha a defender o credenciamento, no Ministério da Saúde, da São Pelegrino para atuar no tratamento do câncer em Rondônia, já que, segundo ele, a clínica está atrasada em pelo menos 20 anos, ultrapassada tecnologicamente. E o mais grave: estaria causando graves prejuízos aos pacientes com câncer.


Henrique Prata afirmou ter provas - e pretende levá-las ao conhecimento do Ministério da Saúde- que a clínica defendida com unhas e dentes por Marinha Raupp e Pimentel causa pelo menos quatro perfurações de intestinos de pacientes por mês com seus métodos ultrapassados de tratamento do câncer.


Segundo o diretor do Hospital do Câncer de Barreto, a ação da deputada, protegendo a clínica, ajuda a perpetuar esta ação altamente prejudicial à saúde dos pacientes.


Ele disse ter sido chamado para uma reunião na Secretaria Estadual de Saúde onde estava o casal Raupp. Na ocasião, com apoio de Marinha Raupp, foi lhe dito que a São Pelegrino iria continuar atuando. Posteriormente, Prata foi chamado pelo senador Valdir Raupp, desta vez a sós, que disse não concordar com nada daquilo, ou seja, se contrapôs à própria mulher, que insiste no credenciamento da São Palegrino.


Henrique Prata explicou que o Hospital do Câncer de Barretos em Porto Velho, que tem recebido apoio de toda a comunidade, é um centro de referência que faz todo o tratamento do câncer, com profissionais altamente capacitados e aparelhos de última geração, enquanto a São Pelegrino, defendida por Marinha Raupp, realiza apenas uma parte do tratamento, com equipamentos atrasados de 20 anos.


"Isso não existe em lugar nenhum no mundo. Nem no Brasil. Só em Rondônia, e com o apoio da deputada Marinha", desabafou Henrique Prata.



Fonte: Reprodução
Autor: Tudo Rondônia


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