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Quarta-Feira, 22 de Novembro de 2017

CLARETIANO
LEO





29/03/2017 16:04:24
      
CPI determina condução coercitiva de testemunhas arroladas por vereador em Vilhena

Um dos parlamentares indicou depoente que mora no Acre

O andamento processual já nas fases de oitivas para colher depoimentos de testemunhas arroladas pelos vereadores investigados alvos de uma CPI na Câmara Municipal de Vilhena não está transcorrendo conforme era previsto. Na manhã desta quarta-feira, 29, a Comissão Processante precisou determinar a condução coercitiva de duas pessoas que foram arroladas pelo vereador Wanderlei Graebin (PSC), mas na hora marcada para a audiência estavam ausentes. 

De 10 testemunhas indicadas por Graebin, apenas a ex-vereadora Doralice Mendes Rocha e Cleiton Fernandes puderam ser intimados, mas mesmo assim não compareceram à sessão designada,  o que obrigou os membros da CPI a recorrerem ao Batalhão da Polícia Militar para conduzi-los à sessão. Os outros oito, conforme informações do setor jurídico que auxilia no processo, nem mesmo chegaram a ser intimados em razão de não terem sido encontrados no endereço indicado. 

Doralice justificou que não pode chegar no horário porquê estava com problema de saúde e precisou de atendimento médico no Hospital Regional. No final da manhã, a comissão ainda aguardava a chegada de Cleiton. 

A postura dos edis se tornou incômodo para os integrantes da Comissão,  que não veêm outra razão a não ser a de protelar o andamento do processo. A maioria dos indicados para prestar depoimento, segundo explica o advogado Eduardo Hartermman, não é encontrada nos endereços e os próprios vereadores estariam dificultando esse acesso propositalmente. 

A polêmica também implica a lista de testemunhas indicadas pelo vereador Carmozino Alves (PSDC). Uma delas reside no Estado do Acre e até hoje as diligências da polícia que atua na comarca não foram suficientes para encontrar o depoente. 

O prazo para que a Comissão conclua as investigações, apresentando à Casa parecer para votação pugnando pela absolvição ou condenação dos investigados termina na primeira semana do mês de maio. De acordo com a assessoria, todos os atos que têm por finalidade retardar as fases do processo não vão interferir no resultado.  A previsão é de que o parecer seja relatado na penúltima semana do mês de abril e levado a Plenário para votação. 



Fonte: Folha do Sul
Autor: Da redação


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