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05/04/2017 13:13:32
      
Vilhena: Câmara convoca Secretário de Saúde para explicar medicamentos e “calote” em servidores

Marco Aurélio Blaz Vasques será ouvido pelos vereadores no dia 11 de abril

Na sessão ordinária da Câmara Municipal de Vilhena realizada ontem (terça-feira, 04), os vereadores aprovaram a convocação do secretário municipal de Saúde, Marco Aurélio Blaz Vasques, a dar explicações sobre a entrada e estoque de medicamentos no Hospital Regional. 

O vereador Rogério Golfetto (TPN), que propôs a convocação, afirmou em sua argumentação querer esclarecimentos dentre outros pontos, sobre quais foram os tipos de medicamentos que vieram e quais setores serão atendidos. “Quero saber do secretário de Saúde o que veio, o que foi comprado, o que falta chegar, e o que está faltando realmente no Hospital Regional”, disse Golfetto, antes de prosseguir: “Gera-se algumas dúvidas, quando muitas pessoas falam que falta isso, falta aquilo; então, nada mais justo que convocar o secretário para dar alguns esclarecimentos”. 

A convocação do titular da Semus foi aprovada sem votos contrários. O secretário Marco Aurélio Blaz Vasques será ouvido pelos vereadores na sessão do dia 11 de abril, a partir das 19h30. 

Também sem votos contrários os vereadores aprovaram o Requerimento 027/2017 do vereador Rafael Maziero (PSDB), que pede ao Palácio dos Parecis informações das exonerações e rescisões contratuais não pagas aos servidores da Saúde no período de janeiro de 2010 a dezembro de 2016; pede também a apresentação de uma proposta de pagamento dos valores das inadimplências constatadas. 

De acordo como vereador, ele discutiu o tema como Secretaria de Saúde,  que revelou desconhecer tais informações. “O secretário explicou que estava muito focado em consertar os erros deixados pela administração anterior”, disse o vereador.

Maziero afirmou que o secretário o apoiou e até o incentivou a propor o requerimento. “Ele pediu que eu fizesse o requerimento para então buscar as informações”, revelou. 

O tucano afirmou que constatou que há de técnicos a enfermeiros, de pessoas de chefia a médicos, com salários variados inadimplentes. “Esses servidores precisam receber. Se a gestão passada não cumpria com as suas obrigações, não podemos descontar nos servidores da Saúde”, pontuou. 



Fonte: Folha do Sul
Autor: Rogério Perucci


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