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Indústria e Comércio


07/04/2017 17:37:35
      
Após visitar frigorífico, secretário de Agricultura mantém otimismo, mas não descarta demissões

Padovani diz esperar que ações ajudem setor a reagir com rapidez

O Secretário de Estado da Agricultura de Rondônia, Evandro Padovani, disse durante visita ao Frigorífico JBS Friboi, em Vilhena, nesta sexta-feira, 07, que a crise causada por matérias referentes a “Operação Carne Fraca”, da Polícia Federal, que ele classificou como “enganosas”, têm prejudicado o agronegócio brasileiro de forma em geral, incluindo Rondônia, que não teve nenhuma unidade frigorífica citada na ação policial que ganhou repercussão em todo o mundo. 

De acordo com o secretário, Rondônia abateu, no ano passado, 2,784 milhões de bovinos, um aumento de 11% em relação a 2015. Em 2917, com base nas informações do MAPA, os três primeiros meses registraram aumento em relação ao mesmo período do ano passado. “Nós vínhamos superando 2016, que foi excelente. Infelizmente, com esses boatos que ocorreram em nível de Brasil, prejudicando a comercialização da carne tanto no mercado internacional quanto dentro do nosso País, houve uma redução drástica na atividade, e por consequência no abate, o que refletiu na queda do preço da arroba do boi, prejudicando o produtor”.

Esse revés sofrido pela indústria da carne pode refletir no chão da fábrica, com a possibilidade de demissões, já que houve a diminuição na produção. Padovani não descarta tal possibilidade, muito embora afirme que ações positivas e as visitas técnicas às plantas frigoríficas, somadas a outros esforços do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, que tem contactado os mercados e assegurado a qualidade dos produtos brasileiros, irá reverter a situação. “É claro, a indústria tem um custo operacional, tomando como exemplo a Unidade Vilhena, que já chegou abater 1.500 bovinos ao dia, e com a redução no montante de bois abatidos, que hoje gira entorno de 800, resta uma mão de obra ociosa”, pontuou Padovani.

De acordo com o secretário, para que os empregos sejam mantidos, é preciso que o mercado retome a comercialização o mais rápido possível, e que a população volte a consumir. “Só assim manteremos esses empregos e, quem sabe, até abriremos novas vagas”. 



Fonte: Folha do Sul
Autor: Rogério Perucci


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