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Terça-Feira, 22 de Agosto de 2017

Ultrasonografia
LEILÃO JUDICIAL





17/05/2017 07:34:24
      
Empresário vilhenense esclarece boatos e denuncia à polícia ofensas nas redes sociais

Júnior Oliveira nega existência de vídeo íntimo

O empresário e professor de Artes Marciais, Junior Oliveira, que recentemente foi vítima de ataque virtual quando teve seu nome vinculado a boatos difamatórios publicados em redes sociais, esteve na redação do FOLHA DO SUL ON LINE, acompanhado de uma de suas advogadas, Aisla de Carvalho, para publicar nota de esclarecimento sobre o assunto.

Junior destacou que decidiu tomar providencias judiciais após ter sofrido prejuízos à sua honra e até mesmo relacionados à atividade profissional que exerce em razão dos comentários. O caso já foi registrado na Delegacia de Polícia Civil de Vilhena, que vai tentar identificar os  suspeitos propagaram o material. “Também é uma forma de encorajar as pessoas que são vítimas a denunciarem os autores, em especial os que se utilizam das mídias sociais, pois trata-se de crime. Ninguém pode se calar diante dessas ofensas, é preciso mostrar para a sociedade que o preconceito está na cabeça das pessoas que se manifestam com base em informações falsas. Elas também podem ser incriminadas”,alertou. 

Nota de Esclarecimento de Difamação contra Junior Oliveira!

Venho por meio desta nota, esclarecer aos amigos e clientes, sobre os diversos boatosdifamatórios publicados em uma pagina na rede social “facebook” (HTTPS://facebook.com/profile.php?id=100013641702682), intitulada inicialmente como “ADVOCACIA LEUD”, e posteriormente alterada para “MARTA PAGOTTO”.

De forma irresponsável e covarde esse perfil passou a divulgar difamações direcionada a mim, confiando que poderia agir anonimamente por meio da internet.

A difamação consistia na suposta existência de um vídeo de caráter intimo, o qual nunca foi visto ou postado em nenhuma pagina, em razão de simplesmente não existir tal conteúdo, e visava unicamente que o boato se propagasse, atingindo assim minha honra e dignidade junto às pessoas que me conhecem e familiares.

Informo que todas as informações publicadas por esta pessoa não condizem com minha conduta e modo de vida, e que são absolutamente mentirosas.

Como profissional, amigo, e principalmente filho, tem sido insuportável ver as pessoas que amo tendo acesso a publicações difamatórias, que representam ataques injustos e injustificáveis contra minha dignidade e honra.

Agradeço as inúmeras mensagens de apoio e solidariedade que recebi durante este período, pois demonstra que quem verdadeiramente me conhece, e conhece meu caráter, sabe tratar-se de um ataque de cunho pessoal, de conteúdo inverídico e improcedente.

Aos amigos, peço que continuem me enviando fotos e prints das divulgações que se referem a mim, pois estão sendo reunidos para embasamento as medidas judiciais que serão tomadas, visando punir os responsáveis e coibir essa prática tão maldosa e injustificável.

Por não saber qual a motivação de tais ações, mas certo do direito que me assiste por estar ladeado com a verdade, informo registrei ocorrência junto à Delegacia de Policia Civil local, e tenho convicção que em breve teremos os dados desses usuários que se utilizaram de páginas “fakes”, bem como chegaremos àqueles que se dedicam a propagar tais fatos no intuito de me difamar.

 DIFAMAÇÃO (ART. 139 DO CÓDIGO PENAL);
- Difamar alguém, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação:
Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.
Sei que diversas pessoas passam por este tipo de situação diariamente, e em razão disso utilizo essa nota para compartilhar as informações que recebi de profissionais sobre como proceder nesses casos:

1º) PRESERVE TODAS AS PROVAS!
Imprima e salve: o conteúdo das páginas ou "o diálogo" do(s) suspeito(s) em salas de bate-papo, mensagens de correio eletrônico (e-mail) ofensivas. É necessário guardar também os cabeçalhos das mensagens;

Preserve as provas em algum tipo de mídia protegida contra alteração, como um CD-R ou DVD-R; Todas essas provas ajudam como fonte de informação para a investigação da polícia; E para dar fé pública, compareça a um cartório e faça uma declaração de que o crime em questão existiu, ou peça para lavrar uma Ata Notarial do conteúdo ilegal/ofensivo.

Esses procedimentos são necessários porque, como a Internet é dinâmica, as informações podem ser tiradas do ar ou removidas para outro endereço a qualquer momento, como tentaram fazer no meu caso.

2º) PROCURE A DELEGACIA DE POLÍCIA.
De posse das provas, procure a Delegacia de Polícia Civil mais próxima do local de residência da vítima e registre uma ocorrência.

Por meio do registro policial é possível a Autoridade Policial obter decisão judicial solicitando todas as identificações do perfil criminoso, tais como log de criação, logs de acesso, log de exclusão, IP dos usuários que acessaram o perfil, enfim, felizmente hoje a internet não é mais uma terra sem lei.

O caminho pode demorar um pouco, mas hoje é possível identificar com precisão todo e qualquer perfil que cometa crimes.

A internet não esta acima da lei, confio nos profissionais que estão atuando no caso, na Policia Civil, na justiça da Comarca de Vilhena e acima de tudo em Deus.

A Justiça será feita!



Fonte: Folha do Sul
Autor: Da redação


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