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CLARETIANO
LEO





05/07/2017 10:00:02
      
“É uma vergonha a ortopedia, aquilo é um depósito de gente”, diz secretário de Saúde a vereadores

Vasques foi à Câmara falar sobre os primeiros seis meses à frente da Pasta

O Secretário Municipal de Saúde de Vilhena, Marco Aurélio Vasques,  participou ontem, terça-feira 04, da sessão da Câmara de Vereadores para falar sobre os primeiros seis meses de sua gestão à frente da Pasta.

Para demonstrar que houve uma melhora significativa na saúde vilhenense, Vasques apresentou uma série de dados comparativos com a administração anterior. O secretário disse que, graças ao contrato de gestão de frota, um formato inédito segundo ele, foi possível fazer a manutenção de veículos que estavam parados, alguns há mais de três anos. “Nós recuperamos dezoito veículos da Secretaria Municipal de Saúde e adquirimos cinco novos”, disse Vasques, que fez questão de ressaltar que os veículos adquiridos são da versão mais barata, “sem vidro elétrico, banco de couro ou cambio automático”. 

O secretário citou também os equipamentos adquiridos para o Hospital Regional e que já foram entregues. Vaques ainda disse que alguns equipamentos para as unidades básicas de saúde já estão comprados, mas ainda não foram entregues.

O chefe da Semus revelou que ainda não foi atingida a totalidade da cobertura necessária para atender a demanda, mas que já se aproxima da normalidade. “Com todas as limitações, com todas as dificuldades, nós conseguimos manter e até aumentar o número de internações nos meses de janeiro a maio deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado”, disse.

Vasques elencou ainda que o Hospital Regional retomou em junho  a realização de cirurgias eletivas e já realizou 25 procedimentos ortopédicos e 18 cirurgias gerais. 

Respondendo ao vereador Ronildo Macedo (PV), Vasques disse que em 15 dias estará resolvido o problema de estoque. “Em 15 dias a gente acha que chega a 100% do estoque, nós estamos bem próximo disso”, disse. 

Respondendo a pergunta do vereador Carlos Suchi (PMN) sobre a precariedade do banheiro da ala ortopédica do Hospital Regional, o secretário disse: “É uma vergonha aquele banheiro da ortopedia, aliás, é uma vergonha a ortopedia, aquilo é um depósito de gente”, admitiu,   antes de continuar; “Nós temos um processo de mais de R$ 1 milhão para a gente mexer nas estruturas físicas, não só do Hospital, mas também das unidades básicas. E se eu abrir um segundo processo pequenininho para mexer no banheiro, vou fazer fragmentação e não posso simplesmente chegar ali e quebrar o banheiro; aí se torna pior do que está, porque fico sem banheiro. Então, a gente precisa ter o cuidado de fazer um banheiro e entregar para reformar o outro”. 
    
  



Fonte: Folha do Sul
Autor: Rogério Perucci


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