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29/08/2017 15:05:16
      
Presidente da ARLER busca no MTE apoio para registro profissional de Radialistas Esportivos

J. Lima esteve na última semana na Superintendência Regional do Trabalho, em Porto Velho, onde foi recebido pelo Superintendente André Munir Noack

 

Há mais de 10 anos fazendo parte da ARLER – Associação dos Redatores e Locutores Esportivos de Rondônia, o Radialista, Locutor Esportivo, presidente da entidade eleito em janeiro deste ano, J. Lima, tem uma das principais preocupações relacionada a categoria de radialistas esportivos do estado, a falta do Registro Profissional junto a DRT e MTE.

 

J. Lima esteve na última semana na SRT/RO (Superintendência Regional do Trabalho), em Porto Velho, onde foi recebido pelo Superintendente André Munir Noack, quando expôs a atual situação dos radialistas no estado, que trabalham de forma irregular e sem nenhum critério de identificação que os credencie como legítimos profissionais da área.

 

Muitos trabalham em outras funções e só exercem a função de radialista esportivo nos dias de jogos durante os campeonatos oficiais promovidos pela Federação de Futebol e pouquíssimos em competições de Federações especializadas. A lei 6.615/78 e a CLT, normatizam e credenciam o profissional do rádio e TV como radialista, aquele que possui o Registro Profissional na CTPS - Carteira de Trabalho e no Ministério do Trabalho e Emprego.

 

O Superintendente da SRT, elogiou a iniciativa e a preocupação do presidente da ARLER em procurar o órgão para juntos tentar uma solução para registrar os profissionais. “Parabéns, você é a primeira pessoa de uma entidade da área a vir aqui discutir e expor esta situação e me coloco a disposição para junto com os demais do Ministério do Trabalho aqui de Rondônia buscarmos uma solução para registrar essas pessoas”, disse André.

 

De acordo com o superintendente, será convocada uma reunião entre os nove órgãos que compõem o MTE/RO e apresentar o exposto pelo presidente da ARLER, j. Lima, e juntos tentarem viabilizar um mecanismo que possibilite de forma legal ao profissional o registro junto a DRT e MTE.

 

Para J. Lima, esse primeiro passo e ação dessa nova gestão da ARLER, pode garantir esse direito e legalização dos radialistas não só da área esportiva, mas de todo o estado. “Fomos discutir e expor a situação da nossa classe esportiva, porém, se conseguirmos essa vitória todos os radialistas do estado, que hoje trabalham sem registro serão beneficiados também”, ressalta J. Lima.

 

A ACEB – Associação dos Cronistas Esportivos do Brasil, já vinha cobrando da ARLER, que a emissão da carteira da entidade seja expedida somente ao profissional com registro no DRT, assim como é para requerer a carteira da entidade nacional.



Fonte: Folha do Sul
Autor: Assessoria


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