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Quinta-Feira, 23 de Novembro de 2017

CLARETIANO
LEO





05/09/2017 14:38:22
      
Autor de CPI contra prefeita em Vilhena dispara: “Pedirei quantas investigações forem necessárias”

Advogado nega que esteja agindo “por perseguição”


Por telefone,o advogado Caetano Neto, autor do pedido para abertura de CPI a fim de permitir que a prefeita de Vilhena, Rosani Donadon (PMDB), seja investigada pela Câmara de Vereadores, falou ao FOLHA DO SUL ON LINE na manhã de ontem.
 
O profissional do Direito disse que está sendo alvo de ataques desferidos por aliados de Rosani e revelou: teve seu contrato como advogado Corregedoria Administrativa da Assembléia Legislativa rompido a pedido dele mesmo. A ligação de Caetano com a ALE estava sendo criticada e apontada como ato ilegal, o que ele desmente.

“Eu já comandei equipes de advogados na Assembléia; meu histórico de serviços jurídicos prestados ao Parlamento demonstra que tenho capacidade para a função. Ultimamente, eu prestava serviços por contrato numa área específica. Era um trabalho eventual, e minha indicação não era política, mas técnica. Eu é que pedi a dispensa. Mas entendo que houve interferência no sentido de limitar minha atuação como militante político”, disparou.

Sobre as agressões morais que vem sofrendo, principalmente na internet, Caetano é firme: “Não vão me intimidar, porque essa não é a primeira nem será a última batalha que enfrento em nome da moralidade na vida pública”, argumentou, lembrando que recentemente pediu à Câmara de Candeias do Jamari para investigar o prefeito da cidade, que fica na região metropolitana de Porto Velho. 

Segundo o denunciante, Luiz Ikenohichi, o atual mandatário de Candeias, conseguiu escapar da investigação negociando cargos com vereadores. O pedido contra ele foi protocolado em virtude de a polícia ter concluído que a morte do titular, Chico Pernambuco, assassinado a tiros, ter sido um “crime político” que levou Ikenohichi ao poder.

Acusado pelos adversários de ter respondido sindicância como servidor estadual, o advogado esclarece: “Me desliguei do Governo de Rondônia em 2013, por discordar de ações que considerei ilegais. Fiz uma rescisão indireta, como a lei autoriza. O caso ainda está sendo analisado”.

Ao finalizar sua entrevista, Caetano disse já ter sido informado de que a equipe da prefeita está arregimentando seu “exército de parentes e portariados” para intimidar os vereadores que, nesta terça-feira, 05, votarão o pedido de CPI contra ela.

Neto lembrou que esta é a terceira CPI que pede em Vilhena, o que desmente a acusação dos Donadon, de que estaria agindo “por perseguição”. Ele acrescenta que a mesma investigação foi solicitada contra o então prefeito Zé Rover, que acabou inocentado pela Câmara. Mas três vereadores, igualmente denunciados por ele, tiveram seus mandatos cassados.

“Quem teme CPI na verdade tem medo de que seus pecados venham a tona. Mas esta é a minha convicção e não pretendo mudar. Pedirei quantas investigações julgar necessário. Seja lá quem for o político que tiver cometido ilegalidade, tem que ser alvo de apuração, sim. A sociedade precisa de respostas e eu estou disposto a cobrá-las”.



Fonte: Folha do Sul
Autor: Da redação


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