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Domingo, 22 de Outubro de 2017

VALDOMIRO RODEIO
LEO





29/09/2017 10:15:17
      
Com filho “mal atendido”, chacareiro diz que mulher infartou na fila em hospital de Vilhena

Pai de garoto de 7 anos diz que está sendo obrigado a comprar remédio

Na manhã desta sexta-feira, 29, o chacareiro Josinaldo Pinheiro de Lima, 52 anos, procurou o FOLHA DO SUL ON LINE para denunciar a situação em que se encontra seu filho, um garoto de 7 anos, internado desde quarta-feira, 29, no Hospital Regional de Vilhena.

Dono de uma pequena propriedade na Linha 144, a 8 km da cidade, “Jorge”, como é conhecido, disse que, no domingo, quando o garoto apresentou sinais de infecção intestinal, correu com ele para a unidade de saúde.

“Mas o médico que o atendeu, um senhor de sotaque estrangeiro, ficou no celular pesquisando que remédio iria prescrever. Eu mesmo faria isso”, disse o denunciante, acrescentando que precisou comprar o medicamento indicado e levar para casa, onde o tratamento seria feito.

Conforme o produtor rural, já na segunda, o menino apresentou melhoras, mas na quarta, ao ir para a escola, começaram a surgir marcas no corpo, como se o pequeno paciente tivesse sofrido algum tipo de reação alérgica ao medicamento.

Levada de volta ao hospital, a criança continua com o corpo empolado. O pai diz que após a aplicação do remédio que ele mesmo compra, as manchas desaparecem, mas quando passa o efeito da medicação, o problema volta ainda pior.

Sem saber mais o que fazer para tirar o filho do risco, o denunciante fez uma revelação espantosa. “Aquele hospital está uma calamidade. Eu mesmo vi uma mulher esperar quatro horas por atendimento e sofrer  infarto na fila, nos braços do marido. Isso aconteceu na minha frente, naquelas cadeiras onde todo mundo espera por atendimento”.

Temendo pela segurança do filho, cujo diagnóstico (urticária) foi dado, mas sem certeza pelos médicos, com o problema persistindo e se agravando, o agricultor finaliza: “Estou tendo que ir em casa buscar lençol para forrar a cama,  e não sou o único a fazer isso. Quem vai num hospital público, é porque não tem condições. É revoltante ter que comprar remédio e trazer roupas de cama, coisas que deveriam estar disponíveis, já que são pagas com o nosso dinheiro”.

O site tentou contato com a assessoria do Regional, mas não conseguiu. No entanto, o conteúdo da denúncia envolvendo o estabelecimento foi passado, através do WhatsApp, para eventual resposta.



Fonte: Folha do Sul
Autor: Da redação


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