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Domingo, 22 de Outubro de 2017

VALDOMIRO RODEIO
LEO





02/10/2017 10:06:33
      
Hospital Regional de Vilhena responde denúncia feita por pai de paciente com urticária

Médico explica uso de celular por colega durante consulta


Em nota enviada ao FOLHA DO SUL ON LINE, a assessoria do Hospital Regional de Vilhena rebate as acusações feitas pelo sitiante Josinaldo Pinheiro de Lima, 52 anos, que na semana passada procurou o site a fim de expor a situação do filho, “mal atendido” na unidade”. Lembre aqui.

Leia abaixo, na integra, as explicações dadas pela direção do HR:

A Diretoria Administrativa e Clínica do Hospital Regional de Vilhena esclarece que o caso em questão recebeu todo atendimento necessário conforme exige o protocolo médico.

O diretor clínico da unidade, Dr. André Oliveira de Carvalho, afirmou que o medico que atendeu o garoto de 7 anos de idade receitou BACTRIM, (sulfametoxazol, trimetoprima), que é um antibiótico de primeira escolha em caso de infecção intestinal e que não existe como saber se a pessoa terá reação alérgica a determinado medicamento já que nem todo organismo reage de maneira igual aos fármacos.

André disse que, em conversa com o colega, ele reconheceu que a revolta do pai se deve ao fato de o medico não ter tocado a barriga da criança ou feito algum tipo de exame mais aprofundado, porém, que o paciente recebeu a avaliação clinica que ele julgou necessária e a receita para a compra do medicamento.

Com relação a queixa de que durante a consulta o medico buscava informações no celular, André esclarece que o colega disse que neste momento estava utilizando a calculadora do aparelho para calcular a dose necessária de antibiótico.

O diretor administrativo disse que o hospital disponibiliza medicação para pacientes internados, nesse caso o garoto foi atendido e liberado para ir para casa e que uma receita foi passada para que ele fizesse o tratamento. Dois dias depois o paciente voltou, e dessa vez foi internado devido a uma reação alérgica a medicação (urticária) e que enquanto internado toda medicação é disponibilizada pelo hospital.

“É assim em qualquer hospital do Brasil. Paciente internado toma medicação na unidade e por conta do governo. Tratamento em casa não é bancado pelo sistema. Com relação as roupas de cama, foi uma opção do pai do garoto já que ele achou melhor não utilizar as do hospital, que segundo ele não estavam em boas condições.” Afirmou Wagner Borges, diretor da unidade.



Fonte: Folha do Sul
Autor: Da redação


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