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Sexta-Feira, 17 de Novembro de 2017

CLARETIANO
LEO





03/11/2017 10:30:53
      
Ouça áudios: polêmica sobre meninas queimadas envolve vereador-delegado e secretário de Estado

Acusações de “golpe” são feitas e desmentidas nas redes sociais

Não bastasse todo o drama que enfrentam desde que as duas foram brutalizadas pelo namorado da mãe, os familiares das meninas torturadas e queimadas em Rolim de Moura se vêem agora envolvidos numa polêmica que nasceu e cresce nas redes sociais. O caso é tão sério que envolveu o secretário de Estado da Saúde e o vereador em Rolim e ex-delegado da Polícia Civil em Cerejeiras, Renato Morari (PPS).

Tudo começou com a divulgação de um banner no Facebook e em grupos do WshatsApp. Na peça, é indicada uma conta para depósitos, para que sejam comprados medicamentos e manter a família na capital, acompanhando o tratamento. Uma conta bancária de uma tia das meninas e o telefone dela para contato também constam do material compartilhado.

Já em outros perfis na rede social, há alertas para o que seria “um golpe”. A postagem de uma pessoa que disse ter conversado com a médica responsável pelo tratamento das garotas atribui a ela uma acusação contra a família (veja numa das imagens secundárias abaixo).

O FOLHA DO SUL ON LINE ligou para o hospital Cosme e Damião, onde as garotas estão internadas, e obteve a informação de que, realmente, elas não precisam de ajuda. Mas a frase atribuída à cirurgiã plástica foi desmentida com veemência. “A médica jamais diria isso”.

O site também obteve a informação de que uma das garotas será submetida a transplantes de pele. O produto foi pedido junto ao Banco de Peles do Rio Grande do Sul e já chegou em Porto Velho.

Para reafirmar que não há necessidade de contribuir com a compra de medicamentos, o secretário de Estado da Saúde, Williames Pimentel, gravou um áudio que pode ser ouvido aqui.

Já o vereador Morari, que acompanha o caso, produziu outra gravação para explicar que a tia das meninas não é golpista e que os depósitos devem continuar sendo feitos, pois a família não tem como custear as viagens e a permanência na capital. Ouça aqui.



Fonte: Folha do Sul
Autor: Da redação

Vídeo da reportagem

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