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CLARETIANO
LEO





03/11/2017 12:37:38
      
Vilhena: Polícia desvenda tentativa de homicídio ocorrida em 2010; vítima acabou morta uma semana depois

De acordo com o delegado, homem “terminou o serviço” sete dias depois

A Delegacia de Homicídios de Vilhena encerrou as investigações de um caso curioso que aconteceu em abril de 2010. De acordo com o delegado titular DHV, Núbio Lopes de Oliveira, no dia 12 de abril daquele ano, David Nunes da Silva Custódio, que tinha 21 anos, foi ferido com tiros que o atingiram no braço, antebraço e nas costas por um homem desconhecido.  

Levado para o Hospital Regional de Vilhena, David fugiu da unidade de saúde três dias depois (15 de abril). No dia 19, ele sofreu um novo ataque, ao qual não sobreviveu. 

O suspeito do assassinato foi preso quatro dias depois. Rogério de Lima Barbosa, o “Barrão”(FOTO NO DETALHE), à época com 18 anos, estava escondido em uma chácara nos arredores da cidade. Ele ainda tentou fugir, mas foi capturado e confessou o assassinato. 

Barrão, hoje com 26 anos e cumprindo pena, disse em seu depoimento que ele e a vítima tinham uma rixa desde quando eram menores e cumpriam medidas sócio-educativas na Casa da Cidadania de Vilhena.
   
Se o homicídio foi desvendado na época dos fatos, apenas agora a tentativa de homicídio sofrida dias antes da morte de David foi elucidada, e segundo o delegado, todos os indícios apontam para o mesmo autor: Barrão. “Quem matou ele foi o mesmo que havia tentado sete dias antes; então, são dois crimes, não é um contexto, não é uma continuação. Foram dois crimes distintos, dois contextos diversos”, disse o delegado, antes de completar: “Na segunda oportunidade, o agente confessou porque ele realmente não tinha saída. Quanto ao primeiro caso, não tínhamos elementos, mas as investigações continuaram e conseguimos evidências de que foi também ele que praticou a tentativa”, apontou. 

Lopes de Oliveira explicou que, concluídas as investigações e encerrado a fase policial, o processo será enviado ao Ministério Público, que irá analisar as informações contidas no processo e decidir se oferece ou não nova denúncia. 



Fonte: Folha do Sul
Autor: Rogério Perucci


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