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Sexta-Feira, 17 de Novembro de 2017

CLARETIANO
LEO





03/11/2017 15:52:20
      
Ciência contra o crime: exames de balística solucionam assassinato registrado em Vilhena no ano passado

Suspeito cumpre pena por assalto a casa lotérica

Em Vilhena, como no restante do país, a ciência tem desempenhado um papel cada vez mais importante na solução de diversos tipos de crimes. As autoridades locais usam soluções que permitem identificar vestígios de sangue, mesmo após o ambiente ter sido lavado, e até exames de DNA e balísticos. Este último, aliás, foi um dos fatores preponderantes para a solução do homicídio ocorrido em novembro de 2016 na cidade.

Era 30 de novembro, a vítima, Devanildo da Silva, de 41 anos, estava na frente de sua casa na rua Paraíba, Setor 19, com outras duas pessoas,  quando uma dupla em uma motocicleta preta parou perto do trio; o garupa desceu e atirou diversas vezes contra Devanildo, que ainda tentou fugir, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. “As únicas informações que tínhamos eram que a pessoa que havia atirado em Devanildo atendia pela alcunha de ‘Nego’; e que o veículo usado na fuga era uma motocicleta preta”, disse o delegado titular da Delegacia de Homicídio de Vilhena, Núbio Lopes de Oliveira. 
 
O delegado explicou que, uma semana depois do homicídio, mais precisamente no dia 08 de dezembro, ladrões roubaram uma casa lotérica, mas acabaram presos. Entre o trio detido estava Valdeir Alvisi Araújo, conhecido como “Nego”, de 36 anos. Com ele, a policia encontrou um revólver e a motocicleta preta que havia sido usada no assalto.

A prisão dos assaltantes da lotérica foi o início da elucidação do assassinato ocorrido oito dias antes. Além dos indícios de Valdeir ser conhecido como Nego e de ter uma motocicleta preta sendo usada para cometer crimes, o exame balístico da arma apreendia com ele foi comparado com os projéteis retirados do corpo de Devanildo e o resultado foi compatível, ou seja, as balas que mataram Devanildo saíram da arma encontrada com Valdeir.     

O delegado disse que o suspeito nega ter cometido o crime, mas que há fortes indícios de que ele foi o autor dos tiros que causaram a morte da vítima. “Na época que Nego foi preso em flagrante por roubo, não teceu nenhum comentário de que a arma não fosse dele”, disse o delegado,  antes de relembrar: “Além da prova científica, há os indícios de ele responder pelo apelido de Nego, usar uma motocicleta preta, e de ele ter sido preso uma semana depois do crime com a arma usado no homicídio”. 



Fonte: Folha do Sul
Autor: Rogério Perucci


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