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Domingo, 19 de Novembro de 2017

CLARETIANO
LEO





13/11/2017 11:43:56
      
Grávida confirma: estudante vilhenense foi morta por mulher, que fugiu de bicicleta após o crime

Gestante estava ouvindo música com o marido quando escutou tiros

O FOLHA DO SUL ON LINE acaba de entrevistar, na Unisp de Vilhena, onde ela foi prestar depoimento como testemunha, a mulher grávida em cuja casa foi assassinada a estudante Ramiciele Cristina Lopes Sastre (foto), 19 anos. O crime aconteceu ontem, (domingo, 12), na rua Olavo Bilac, Setor Embratel.

De acordo com a gestante, que tem 23 anos e era amiga da vítima, a jovem havia pedido para passar o final de semana em sua casa, já que a mãe estava em viagem ao rio Guaporé. Aos 7 meses de gravidez, a entrevistada, que preferiu não se identificar, disse que, ao ouvir o primeiro tiro, pensou que se tratasse de alguém soltando bombinhas nas proximidades. Na sequência, porém, foram feitos outros disparos.

A grávida, que estava ouvindo som próximo à casa, em companhia do marido, correu para a cozinha onde Ramiciele estava passando pano, e a encontrou caída. Ela ainda viu, deixando o local, uma mulher alta, magra e de cabelos longos, que seria a autora da execução. Um homem aguardava a suspeita na porta da casa e fugiu com ela na bicicleta da gestante. Até o momento, o casal não foi identificado.

Além da dona da casa, a polícia já ouviu outras testemunhas, que viram a autora dos disparos deixar o local do crime com a arma na mão, e montar na bicicleta junto com o comparsa. Os dois ainda teriam conversado com a estudante antes dos tiros fatais.

Segundo a testemunha, três tiros acertaram a garota na cabeça e no pescoço. Outras marcas de bala foram encontradas no chão, perto do corpo, numa parede e lavadora de roupas. Ramiciele morreu, em decorrência dos ferimentos, antes da chegada da ambulância, acionada após o casal encontrá-la caída em meio à poça de sangue na casa. A arma usada no assassinato teria sido um revólver calibre 38.

O site também entrevistou um policial da Delegacia de Homicídios, que disse ainda não ter nomes de suspeitos. O veterano investigador, no entanto, lembrou que é “raríssimo” uma mulher assassinar a outra em tais circunstâncias.



Fonte: Arquivo pessoal/Facebook
Autor: Da redação


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