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CLARETIANO
BIOCAL


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22/03/2011 15:37:10
      
Após prisão em Goiás, delegado de Comodoro é transferido para Colniza

A Polícia Civil do Mato Grosso negou hoje as acusações feitas pelo delegado Arnaldo Agostinho Sottani, que disse ter sido \"abandonado\" pela Polícia Civil e \"punido\" com uma transferência de Comodoro para Colniza. Sottani foi preso em Catalão (GO), sob suspeita de associação com o tráfico de drogas. O policial foi detido no dia 25 de outubro de 2010.

A Polícia Civil se manifestou por meio de sua assessoria de imprensa, e rebateu as acusações do delegado. Segundo a assessoria, na época da prisão, o próprio delegado Sottani recusou auxílio da polícia, dispensando o advogado que o sindicato da categoria indicou para cuidar do caso.

Em relação à transferência para Colniza, encarada como um \"castigo\" por Sottani, a assessoria garantiu que a medida foi \"absolutamente administrativa\" e que serve como uma proteção para o delegado - já que depois da acusação de tráfico de drogas, Sottani teria dificuldades para continuar a trabalhar em Comodoro, cidade que fica a 110 quilômetros de Vilhena.

O delegado disse que o episódio da prisão \"acabou com sua imagem\", e que ele está avaliando a sua continuidade na polícia. Sotanni responde ao processo em liberdade desde 22 de fevereiro.

ENTENDA O CASO –  Sottani afirmou ser inocente e que foi detido sem que houvesse a apreensão de droga, assim como escuta e uma investigação. \"A Constituição proíbe prender para investigar; você tem que investigar para depois prender\", declarou.

O delegado se mostrou revoltado com o tratamento que a Polícia Civil de Mato Grosso deu ao seu caso, ao afirmar que, em nenhum momento dos quatro meses de prisão, recebeu amparo por parte da instituição.

\"Eu não recebi nenhuma pessoa lá, nem da imprensa, nem do Governo para me perguntar o que estava acontecendo comigo. A própria Polícia Civil não quis me defender\", afirmou.

Arnaldo Sottani revelou que, após ser chamado para retornar ao trabalho, na cidade de Comodoro, foi oficializado que será transferido para a cidade de Colniza.

Ele encara essa mudança como uma punição por parte da Polícia Civil. \"Transferência de forma injusta, porque, querendo ou não, meu processo não terminou, ele está em andamento e estou sendo punido com uma transferência. Uma transferência punitiva\", disse.

 

 



Fonte: FS
Autor: Da redação


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