Vítima foi atingida na cabeça e continua internada em estado grave
 
Foi preso na noite de ontem, no Setor 09, em Vilhena, o homem acusado de matar de tentar matar um rapaz de 22 anos a tiros no mesmo bairro. O jovem, que foi baleado na cabeça, continua internado em estado grave. O crime aconteceu na segunda-feira, 27, e foi noticiado pelo FOLHA DO SUL ON LINE (CONFIRA AQUI).
 
Segundo apurou o site, após receber a informação de que o autor da tentativa de homicídio estava se escondendo na casa de uma ex-cunhada, a mulher foi abordada pelo Núcleo de Inteligência da PM e confirmou que de fato havia dado abrigo ao criminoso.
 
Uma equipe do PATAMO foi chamada e, após decidir a melhor técnica de abordagem ao imóvel, prendeu o suspeito em um dos quartos. Ao lado dele foi encontrado um revólver calibre .38 da marca Taurus, municiado com quatro cartuchos intactos.
 
Ao ser interrogado ainda no local, o acusado confessou a autoria do crime e disse que a motivação do ataque a tiros seria uma “desavença antiga” entre ele e a vítima. O preso garantiu que ninguém mais participou do crime, porém revelou ter pegado carona com um casal de amigos para chegar até a casa da vítima.
 
O homem estava usando uma tornozeleira eletrônica que não funcionava havia dois meses e disse ter ciência de que havia um mandado de prisão contra ele, expedido pela 2ª Vara Criminal de Vilhena no dia 12 de janeiro.
 
Na delegacia, o criminoso confesso deu mais detalhes do ataque a bala: chegando na casa da vítima, desceu do carro do casal amigo e, já com a arma em punho, foi na direção da vítima, contra a qual desferiu o primeiro disparo em seu peito. Como o jovem, mesmo ferido, foi em sua direção de posse de uma faca, ele efetuou outros dois disparos em seu rosto. Logo depois, fugiu do local a pé, já que após os disparos, os amigos fugiram da cena do crime, deixando-o para trás.
 
A arma usada no crime, segundo contou o foragido, estava registrada em nome de um policial militar de Viilhena, que morreu no ano de 2015. Diante da revelação do criminoso, que afirmou ter adquirido o revólver junto ao PM falecido, os militares confirmaram a procedência do armamento.