Mulher relutou em confirmar as agressões que havia sofrido
 
Na noite de ontem, uma adolescente de 15 anos, moradora do bairro Maria Moura, em Vilhena, ligou para a Polícia Militar e denunciou o padrasto, que segundo disse frequentemente agride fisicamente e com palavras a mãe dela.
 
Ao chegar à casa da suposta vítima, a mulher disse que havia passado o dia bebendo, mas desmentiu a denúncia feita pela filha, alegando que não sofre as agressões. No mesmo dia, a mulher havia dispensado a guarnição que havia ido ao local apurar a suposta violência doméstica da qual ela teria sido vítima.
 
Já a garota manteve a denúncia e disse que, por causa da omissão da mãe, acabou consumindo vodca e fumando narguile, sem que ela a impedisse. Quando os policiais notaram lesões no corpo da mulher, ela acabou cedendo e confirmando as acusações da filha, mas não deu maiores detalhes sobre o agressor.
 
Ao ser levada para a Unisp e saber que seria submetido ao teste do bafômetro, que comprovaria a embriaguez dela, a menor sofreu um desmaio e foi levada pelo Corpo de Bombeiros para receber atendimento médico na UPA.
 
Diante dos fatos, a mãe recebeu voz de prisão e o Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso e dar assistência à menina que denunciou o padrasto. O homem acusado não foi localizado.