“As autoridades vão esperar mais quantas vidas se perderem para tomar as devidas providências?!”
 
A morte de um pedreiro aposentado, esta semana, em um dos cruzamentos mais letais de Vilhena, rendeu acalorados debates nas redes sociais sobre alternativas para reduzir as tragédias naquele trecho, onde a avenida Tancredo Neves se cruza com a BR 174.
 
Após noticiar o fato trágico, o FOLHA DO SUL ON LINE lembrou que naquele local são frequentes as colisões, mesmo após a instalação de quebra-molas nos dois sentidos da rodovia.
 
Porém, muito antes de o fluxo ali se intensificar, as tragédias já eram comuns, como lembrou uma das vítimas daquele fatídico cruzamento, que quase sete anos após a fatalidade, ainda luta para recuperar o movimento das pernas.
 
Em entrevista recente ao FOLHA DO SUL ON LINE, a universitária Sandya Ribeiro Belém falou das sequelas do acidente que sofreu em 2015, quando a moto pilotada pelo pai foi atingida por um carro que invadiu a preferencial na rodovia federal (LEIA AQUI).
 
Hoje morando em Cuiabá (MT), onde dá sequência a seu tratamento, Sandya enviou fotos do acidente e também de seu estado após ser submetida a cirurgias na cabeça.
 
Após compartilhar em seu perfil nas redes sociais o link da reportagem noticiando a morte do pedreiro Afonso Alves da Cruz, a ex-modelo escreveu o seguinte comentário:
 
“Nem venham com MIMIMI, esse cruzamento da Avenida Tancredo Neves, com a Jô Sato (BR-174), devia ser fechado ou ser colocado um semáforo. As autoridades vão esperar mais quantas vidas se perderem para tomar as devidas providências?!
 
Eu e meu pai fomos vítimas dessa esquina, mas graças a Deus estamos vivos; se tivessem tomado as providências cabíveis há 6 anos e 11 meses atrás, eu e minha família não estaríamos nessa luta para que eu possa conseguir os meus passos novamente”.