Três secretários de Estado e o diretor do DER estiveram nesta quarta-feira (12) em Vilhena, cumprindo agenda na Secretaria Regional, DER e Hospital Regional.
Às 7h30 o secretário de Estado do Planejamento (Seplan), George Alessandro Gonçalves, acompanhado do secretário executivo da pasta, Valdo, esteve com o secretário regional, Ângelo Angelin, para fazer levantamento sobre as obras em execução no Cone Sul e as prioridades de infraestrutura para a área da educação na região.
Logo depois, às 9h, os secretários estiveram na sede da Regional de Vilhena, onde se reuniram com os funcionários para orientar sobre as atividades prioritárias nesse início de governo. Dois dos temas abordados no encontro foram a necessidade de nomear inicialmente apenas 30% da totalidade de cargos comissionados existentes, atendendo orientação dada pelo governador Confúcio Moura (PMDB), e o cuidado que se deve ter com a relação de material, veículos e equipamentos dados como recebidos.
“Tudo deve ser minuciosamente conferido e relatado seu estado de conservação, para não sermos responsabilizados futuramente por erros que não são nossos”, disse George, da Seplan.
Às 10h, Angelin recebeu em seu gabinete o diretor geral do DER, Lúcio Antônio Mosquini, e o secretário adjunto de Estado da Saúde, José Batista da Silva. Lúcio tratou sobre a vinda do governador a Vilhena no início de fevereiro para inaugurar o posto de pesagem, construído na entrada da BR-435. O diretor do DER também visitou as residências do órgão em Vilhena e Colorado do Oeste.
José Batista falou sobre um dos problemas enfrentados pelo governo no setor da saúde. “Temos falta de médico porque esses profissionais sabem que há mais demanda do que oferta. É difícil mantermos especialistas nos nossos quadros, pagando salários de R$ 9 mil, que é o podemos pagar, quando eles são atraídos para município como Itapoã do Oeste, que paga R$ 16 mil por mês para cumprir expediente de um dia por semana. Perdemos vagas até para o Acre, que recentemente abriu concurso para médicos com salários de até R$ 25 mil, dependendo da especialidade”, relatou.
Antes de retornar para a Porto Velho, Batista foi ao Hospital Regional para verificar a real situação da UTI e conhecer a capacidade de atendimento do hospital. De acordo com o secretário, o Estado deve fazer convênio com a Prefeitura de Vilhena com o objetivo de ampliar o atendimento e a oferta de cirurgias no HR.
“Para desafogar o Hospital João Paulo II, na Capital, e tirar Rondônia do estado de calamidade na saúde, vamos até contratar clínicas particulares, se for necessário”, disse Batista.