Um ano e meio após o crime, a Polícia Civil de Cuiabá (MT) continua sem pistas sobre os autores da execução, a tiros, do professor vilhenense Luiz Antônio Dias dos Santos, na época com 60 anos. O crime aconteceu quando educador chegava à unidade do colégio Anglo, na capital matogrossense.
Um mês após o homicídio, um retrato falado foi feito e divulgado (NO DETALHE), mas nenhuma denúncia foi feita. Os familiares da vítima já prestaram depoimentos e afirmaram que Luiz era fechado e não falava dos problemas com eles. Ninguém soube dizer se a vítima chegou a ser ameaçada e nenhuma grande divida foi constatada pelos policiais.

Segundo o delegado Antônio Garcia, que investiga o crime, até o momento, a polícia continua sem pistas do atirador, do mandante e a motivação. Repórteres de Cuiabá com os quais o FOLHA DO SUL ON LINE mantém contatos, disseram que o caso teria sido arquivado.

O professor de exatas e proprietário do Anglo, que também tinha uma unidade em Vilhena, hoje fechada, foi assassinado em frente ao estabelecimento de ensino em Cuiabá, no dia 29 de setembro. O criminoso esperou o professor na frente do estacionamento e sabia a rotina dele. Latrocínio (roubo seguido de morte) foi descartado, já que o assassino matou e fugiu sem roubar nada da vítima.