Fernando Máximo e Flori falaram das eleições do ano que vem
 
No dia seguinte ao alvoroço provocado nos meios políticos de Rondônia por uma reportagem publicada por este site, sobre a possibilidade de o prefeito de Vilhena, Delegado Flori (Podemos), renunciar ao cargo no ano que vem para ser candidato a vice-governador ao lado do deputado Fernando Máximo (União), os dois estiveram juntos ontem na redação do FOLHA DO SUL ON LINE.
 
Em entrevista que viralizou em todo o Estado e foi reproduzida por vários sites de Rondônia, Flori explicou os motivos que poderiam levá-lo a abrir mão do mandato na terceira maior cidade do Estado para se lançar na disputa do ano que vem (CONFIRA AQUI).
 
Máximo confirmou a disposição para concorrer a governador e também a preferência por Flori, mas explicou que tem conversado com várias lideranças políticas estaduais. O objetivo confesso dele é formar uma grande aliança que lhe permita vencer o pleito de 2026 e governar a partir do ano seguinte.
 
Ainda no União Brasil, mas já se preparando para migrar de partido, o deputado citou duas legendas pelas quais pode optar, mencionando seus respectivos líderes: o Podemos de Léo Moraes, prefeito da capital; e o PL, do senador Marcos Rogério.
 
O parlamentar explicou que deve conversar até mesmo com o governador Marcos Rocha, provável candidato a senador pelo União Brasil, e que já demonstrou interesse no diálogo com seu ex-secretário de Saúde, que ganhou relevância na política e foi o deputado federal mais votado em 2022 graças ao seu desempenho na função.
 
Fernando Máximo esclareceu que levou um “canto de carroceria” do grupo do governador, e que teria permanecido com ele se não fosse o boicote que sofreu nos últimos dois anos. “O pessoal que estava comigo na Sesau, e que permaneceu no governo depois que eu saí, porque era tudo profissional técnico, foi exonerado”.
 
Mesmo assim, disposto a superar as divergências para construir um grupo político robusto, o postulante ao Palácio Rio Madeira, só faz uma ressalva para uma composição com Rocha: “o prefeito Léo Moraes e o senador Marcos Rogério precisam estar juntos”.