A familiar de um detento que cumpre pena no Centro de Ressocialização Cone Sul, em Vilhena, disse hoje ao FOLHA DO SUL ON LINE que medidas excessivamente duras (na opinião dela) passaram a ser dotadas após um apenado ter sido esfaqueado por outros presidiários durante o banho de sol (LEMBRE AQUI).


De acordo com a entrevistada, as poucas mulheres com direito a visita íntima tiveram essa opção cortada pela direção da unidade. Também não é mais permitida a entrada de alimentos e de objetos que os presos usam para fabricar produtos e reduzir suas penas.


Com tais medidas, as visitas ficam sem alimentação, a não ser que os próprios detentos dividam suas marmitas com elas. A queixa da mulher que entrou em contato com o site é pelo fato de a direção do presídio endurecer as regras mesmo para os internos que não tiveram envolvimento na tentativa de homicídio.


A denunciante diz que, pelo que ficou sabendo extraoficialmente, o preso esfaqueado, que tem deficiência física, era considerado um “X9” pelos colegas, que o acusavam de passar informações à direção do estabelecimento prisional.


O site não conseguiu contato com o responsável pelo CRCS, mas publicará a versão dele, caso ela seja enviada à redação.