A viga de madeira que estava sendo usada como suporte para o retorno dos alunos fujões da escola estadual Álvares de Azevedo desapareceu após reportagem divulgada pelo www.folhadosulonline.com.br.   O pedaço de madeira que estava encostado no muro da instituição desde a quinta-feira 07 de abril, vinha sendo utilizado como ponto de apoio para que os educandos puladores de muros retornassem com facilidade para o estabelecimento de ensino.

Na última segunda-feira o site divulgou uma reportagem revelando o fato, que era desconhecido pela direção da instituição. Agora os pedestres que transitam na rua Getúlio Vargas, onde se encontrava o objeto, não encontram mais a viga deixada por fujões “matadouros de aulas”.

Devido aos fatos que estão sendo registrados, a equipe de reportagem resolveu procurar a direção de estabelecimentos de ensino para conhecer as técnicas que estão sendo utilizadas para combater essa prática. Na edição 870 do jornal FOLHA DO SUL, que circula a partir de amanhã, o semanário irá mostrar na integra todas as medidas tomadas pelas escolas a fim de tentar evitar atitudes do gênero, e as conseqüências que os puladores de muro terão que enfrentar nos próximos dias letivos.