Negociação suspeita do líder tucano acabou virando caso de polícia
 
Com a revelação de que o prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB), separou R$ 20 milhões para a compra de vacinas contra a Covid-19, numa negociação suspeita, que acabou virando caso de polícia, começam a aparecer outros gestores municipais que também haviam destinado verbas públicas para a mesma finalidade (CONFIRA AQUI).
 
No caso do tucano portovelhense, cotado para disputar o Governo de Rondônia ou o Senado, como ele mesmo admitiu em entrevista ao FOLHA DO SUL ON LINE, o prejuízo maior foi de ordem moral, pois o dinheiro não chegou a ser liberado.
 
Durante esta semana, sites de todo o Estado repercutem o que teria sido uma ingenuidade de Hildon, ex-promotor de justiça, que teria caído na lábia de golpistas internacionais, que garantiam ter 500 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca para vender para Porto Velho e outros municípios brasileiros.
 
No Cone Sul, a prefeita de Chupinguaia, Sheila Mosso (DEM) anunciou nas redes sociais que havia reservado R$ 100 mil para a compra de vacinas contra o novo Coronavírus.  A postagem da mandatária chupinguaiense, na qual ele exibe um documento que supostamente teria sido protocolado para a aquisição dos imunizantes, está viralizando no WhatsApp.
 
No caso de Sheila, também, não houve pagamento antecipado pelos imunizantes. Mas a mandatária não disse onde e como pretendia adquirir as doses da vacina.