Autorizado a fazer apenas entregas, prestador de serviço revela situação dramática
Aos 43 anos, 19 deles trabalhando como mototaxista em Vilhena, Arlindo Barbosa da Silva gravou um vídeo para mostrar sua indignação por estar impedido de trabalhar há mais de 20 dias.
Barbosa é um dos informais que estão sofrendo para sobreviver em Vilhena, onde grande parte dos estabelecimentos foi fechada por causa da pandemia de Coronavirus.
Em seu desabafo, o prestador de serviços faz duras críticas à classe política, que segundo ele tem responsabilidade pela crise, e revela que, se desobedecer a lei que o impede de trabalhar, pode ser multado em valor que chega ao seu faturamento mensal antes da quarentena: entre R$ 1.500 e R$ 1.800.
Demonstrando sua revolta, Arlindo questiona até quando a prefeitura conseguirá doar cestas básicas a quem enfrenta a queda abrupta de renda e quer saber quem vai pagar contas de luz e outros tributos, que continuam chegando.
O pequeno informal também critica a manutenção de outras atividades que geram aglomerações, enquanto ele, que poderia fazer corridas tomando todos os cuidados sanitários, segue parado.
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Vídeo
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 15 de Abril de 2020, às 10:23