Aparentemente, a causa da batida teria sido a falta de iluminação em uma das embarcações
 
Por muito pouco não acaba em tragédia o acidente envolvendo dois barcos no rio Guaporé, próximo à cidade de Pimenteiras do Oeste na noite de ontem. Após o choque, uma das embarcações, ocupada por dois vilhenenses, acabou afundando.
 
O FOLHA DO SUL ON LINE conversou, por telefone na manhã deste domingo, 12, com o empresário Nino da Funerária São Matheus, em Vilhena, que estava em dos barcos, acompanhado por um amigo advogado também da cidade.
 
Os dois desciam o rio “de bordado”, com o motor desligado, quando o outro barco, com cinco ocupantes, que seriam da cidade de Espigão do Oeste, atingiram Nino. Na pancada bem no meio do barco, o veículo afundou (ASSSISTA O PRIMEIRO VÍDEO).
 

 
Por causa dos ferimentos que sofreu no tórax, na cabeça e no rosto, o advogado foi levado para o Hospital Municipal de Pimenteiras, onde chegou com intenso sangramento. Em seguida, ele foi para Cerejeiras, onde passou por exames, e retornou para a cidade ribeirinha, onde estava em observação no momento da entrevista com Nino.
 
Pescador experiente, Nino admitiu uma falha dele e dos outros envolvidos no acidente: nenhum estava usando colete. O vilhenense e o amigo, além do piloteiro do outro barco, caíram na água e poderiam ter morrido, antes de serem socorridos por outros pescadores (SEGUNDA GRAVAÇÃO).
 

 
Aparentemente, a causa da batida teria sido a falta de iluminação no veículo dos moradores de Espigão. Naquele momento, era intenso o movimento de barcos ao longo do rio Guaporé.