Corpo de Edelson seguiu para a cidade de Cruzeiro do Sul, no Acre
Por volta das 12:30h desta sexta-feira, 09, um avião vindo do Acre baixou no aeroporto de Vilhena e, pouco depois, uma viatura funerária chegou ao local, onde embarcou um caixão na aeronave, cujo destino de retorno era a cidade de Rio Branco, a segunda maior do Estado vizinho.
O FOLHA DO SUL ON LINE apurou que, dentro da urna funerária estava o corpo do homem que havia morrido no dia anterior, após capotar um carro roubado. O acidente que matou Edelson Melo da Silva, de 38 anos, aconteceu durante uma perseguição policial (RELEMBRE O CASO).
O site descobriu que, embora tenha morrido após cometer um roubo, Edelson era caminhoneiro até o ano passado. Há quatro meses ele estava morando em Vilhena, junto com a segunda esposa e a enteada. Segundo a mulher disse a amigos, o companheiro estava em Mato Grosso a procura de emprego.
A reportagem apurou que Melo deixou três filhos, todos menores de idade, na cidade acreana: dois com a primeira esposa, com quem continuou casado “no papel” e um com outra mulher. O mais velho deles tem hoje 16 anos.
Informações não confirmadas oficialmente dão conta de que a aeronave que veio fazer o transporte do corpo foi bancada pelo Governo do Estado do Acre.
SURTADO
Pessoas próximas ainda estão surpresas com a atitude do ex-caminhoneiro, e apontam o fato de ele usar uma faca de serra para cometer o roubo como sua falta de experiência em ações criminosas.
Outro detalhe que chama a atenção é o fato de que, podendo tomar outro rumo com o carro roubado, Edelson veio justamente em direção a Vilhena, onde estava morando e seria facilmente encontrado.
A principal hipótese para explicar o crime que acabou em tragédia é que o acreano teria surtado por problemas psicológicos ou questões familiares.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 09 de Julho de 2021, às 17:41