Uma mulher identificada como Neide Aparecida Pereira procurou a Delegacia de Polícia Civil da cidade de Cerejeiras, na manhã desta quinta-feira, 30, para dizer que estava passando por constrangimentos em virtude de denúncias feitas anonimamente contra ela através de ligações para a PM.
Usando uma van e em companhia de outras quatro pessoas, a mulher virou alvo de uma espécie de “lenda urbana”. Com base em informações postadas nas redes sociais, alguns moradores de Cerejeiras chegaram a espalhar boatos de que o grupo, que oferece trabalhos no segmento de fotografias infantis, na verdade estaria atuando como “traficantes de órgãos”.
O FOLHA DO SUL ON LINE ligou para a PM e confirmou que, de fato, várias ligações anônimas levantavam suspeitas sobre a equipe. O policial que falou com a reportagem não confirmou, no entanto, qualquer indício que pudesse incriminar a acusada.
Já na DPC, o agente entrevistado disse que sequer ocorrência foi registrada, uma vez que a própria suspeita tomou a iniciativa de procurar as autoridades e explicar que está sendo vítima da uma onda de difamações.
Após se certificar de que não haveria qualquer denúncia formal contra ela, a mulher voltou a oferecer seus serviços pelas ruas de Cerejeiras.