Evento está marcado para os dias 21 e 22 de agosto, na Faculdade Santo André
 
Nos dias 21 e 22 de agosto acontece, em Vilhena, o Curso de Reciclagem para Bombeiros Civis. O evento será na Fasa - Faculdade Santo André - que fica no Residencial Orleans.
 
Em visita a redação do FOLHA DO SUL ON LINE, a Bombeia Civil Rossy Silva, que coordena a vinda desse curso para Vilhena, falou da importância da atualização e esclareceu, de cara, que a reciclagem deve ser feita anualmente. “Do contrário o profissional Bombeiro Civil não pode atuar”, ponderou. 
 
Conforme Silva, o curso de reciclagem irá abordar temas teóricos e práticos, como o combate a incêndios, tão requisitados neste período de estiagem; e APH (Atendimento Pré-Hospitalar) que se refere ao atendimento realizado fora do ambiente hospitalar, em geral em regime de urgência.
 
O curso será ministrado pelo Comandante Edézio Jesus, da Escola SOS Bombeiro Civil, de Porto Velho, a mais conceituada instituição de formação de bombeiros civis do Estado. “Inclusive a equipe que vem da capital para ministrar o curso aqui em Vilhena está trazendo uma ambulância equipada até com desfibrilador”, revelou.
 
Para mais informações, ou confirmação de inscrição podem ser feitas pelo celular/whatsApp (69) 98411-5803 com a BC R. Silva. “Quem ainda não é bombeiro civil, mas tem vontade de seguir essa carreira, também pode fazer o curso agora, e depois dar sequência no curso para a formação de bombeiro civil”, explicou Silva, lembrando que o valor do curso de reciclagem é de R$ 400,00.
 
Sobre o boato de que foi extinta a função bombeiro civil, Rossy Silva, que é delegada regional da Frente Parlamentar do Bombeiro Civil, assegura que isso não é verdade. “Somos assegurados por uma lei federal, a lei nº 11.901/2009. O que houve é que o governo de Rondônia quis contratar bombeiro civil, mas na função de brigadista, que são coisas diferentes. O brigadista é, em geral, funcionário que recebe treinamento para atuar em incêndios. O bombeiro civil tem uma atuação muito mais abrangente, e o que o governador queria é que os bombeiros civis atuassem voluntariamente como brigadistas”, explicou R. Silva, acrescentando que foi decidido em reunião que a categoria não atuaria como brigadista.