A Câmara dos Vereadores de Vilhena estourou os limites previstos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e gastou todo mês, entre janeiro e agosto, mais de 70% de sua receita corrente líquida (RCL) com subsídios para os vereadores e salários dos servidores de carreira e “comissionados”.
Ao violar a lei, gastando 71,95% em vez de “até 70%”, a Mesa diretora, presidida pelo vereador Carmozino Alves (PSDC), sujeita o município a ver bloqueados repasses de recursos federais não-obrigatórios, como do Projeto Calha Norte, que financia as obras da Maternidade Municipal.
Pior: o “Demonstrativo da Despesa com Pessoal” da Casa, no período de setembro de 2009 a agosto de 2010, revela que, ao longo dos últimos 12 meses, no acumulado do período, a despesa com salários chegou a R$ 273,1 mil/mês.
Saiba o que pode acontecer até o fim do ano em matéria exclusiva do repórter Carlos Macena na edição impressa da FOLHA DO SUL que circula neste sábado.