“Eu não acredito nesse negócio de só sair entregando papel”
 
A jornalista e apresentadora Raquel da TV, candidata a uma cadeira na Câmara Municipal de Vilhena pelo PSD, fez uma campanha diferenciada que prezou pelos cuidados para minimizar a possibilidade de disseminação do novo Coronavírus, e pela conversa franca e direta com as pessoas.
 
Por causa da pandemia do novo Coronavírus, Raquel da TV optou por desenvolver uma campanha diferente, e não participou de grandes reuniões que causassem aglomerações. “Normalmente foram visitas previamente agendadas, com poucas pessoas, cuidando do distanciamento e sempre usando máscaras”, pontuou Raquel da TV. 
 
Ao fazer um balanço da campanha, Raquel da TV disse que o sentimento é de gratidão pela receptividade que ela recebeu das pessoas neste período. “Eu queria agradecer, porque diferente de muitos candidatos que tiveram dificuldade para chegar às pessoas, de estar na porta do eleitor, por conta do descrédito do cenário político, eu não. Embora eu tenha andado pouco, aonde eu cheguei fui muito bem recebida”, afirmou, antes de concluir: “o que eu recebi das pessoas foi carinho e atenção. Todo mundo que eu cheguei pra conversar, parou pra me ouvir. Então, eu sou muito grata por isso. Por essa receptividade que as pessoas tiveram comigo, pela atenção e pelo tempo que elas dispensaram para ouvir as minhas ideias”.
 
Raquel, que propõe um mandato participativo e independente, atribui o carinho que recebeu das pessoas a sua disposição de ouvir. “Eu não acredito nesse negócio de só sair entregando papel. Não. Eu sentei e conversei com as pessoas. E o que eu percebi é que as pessoas só querem ser ouvidas. As reivindicações que eu tenho ouvido nos bairros por onde eu passo não são de coisas mirabolantes. Primeiro elas querem ser ouvidas, elas querem atenção do poder público. Elas não querem um vereador que prometa mundos e fundos para transformar completamente o bairro delas. Elas querem um vereador que possa sentar e ouvir o que elas têm a dizer, e que aquilo que elas vão dizer seja levado em consideração. Foi isso que eu senti. E foi o que eu fiz: sentei e ouvi. Muitas vezes no meio fio na calçada, mas sentei e ouvi. Eu atribuo esse carinho e essa atenção que recebi justamente a isso: a disposição de escutar”.
 
Segundo Raquel, foi assim, sentando e conversando, que ela levou aos eleitores as suas propostas para diversas áreas. Entre elas, a que defende transformação da Secretaria Municipal de Esportes em uma autarquia. Essa mudança, segundo Raquel, é fundamental para o desenvolvimento do esporte no município, pois a autarquia dispõe de patrimônio e receita próprios.