Diretora explicou presença de militares em escolas públicas de Vilhena
 
Por telefone, a professora Rosemary Aparecida de Oliveira, diretora da Escola Municipal Cleonice Batista de Jesus, em Vilhena, explicou a presença do Exército em suas instalações e comentou a derrubada de um segundo poste de energia nas proximidades do estabelecimento de ensino.
 
Conforme mostrou o FOLHA DO SUL ON LINE, um caminhão do Exército danificou o artefato de concreto ao tentar entrar no colégio municipal. Ao site, o sargento Diegomar dos Santos, do Tiro de Guerra de Vilhena, explicou que os militares ficaram alojados na escola por falta de espaço no TG (LEMBRE AQUI).
 
No dia seguinte sábado à noite, um carro de passeio (VW Gol) atingiu um outro poste numa rua próxima ao local do episódio anterior, o que provocou falta de energia no bairro Jardim das Oliveiras. Neste caso, porém, o acidente teria sido provocado pela briga entre o casal que estava a bordo do veículo.
 
Após a mulher puxar o volante, fazendo com que o motorista perdesse o controle da direção e derrubasse o poste, o próprio Exército anotou a placa do carro, acionou a Polícia Militar e registrou Boletim de Ocorrência. Não foram divulgados os nomes do homem e da mulher, nem detalhes sobre a briga entre eles.
 
CAPRICHO
Voltando de Manaus (AM), onde atuaram numa ação de fronteira, três grupos de militares, bem como seus veículos pesados, pernoitaram em duas escolas: além da municipal, eles também ocuparam a Shirlei Cerutti, que é da rede estadual.
 
Segundo Rosemary, a presença das tropas na escola que ela dirige (e onde não estão sendo ministradas aulas presenciais) foi combinada com meses de antecedência, inclusive com documentos assinados definindo as regras para o alojamento militar.
 
“Os militares foram super educados e deixaram a escola impecável, fazendo a limpeza das salas ao saírem”, disse a educadora.