Um homem foi morto com um tiro na boca na fazenda Barro Vermelho, na cidade de Chupinguaia, na madrugada desta sexta-feira, 10. A polícia ainda sabe ao certo a motivação do crime, que teria sido cometido por um outro empregado da propriedade.
De acordo com o Boletim de Ocorrência, o gerente da fazenda recebeu uma ligação do responsável pelo alojamento onde estavam os dois personagens envolvidos no episódio, dando conta de que um disparo de arma de fogo havia acontecido no local. A execução teria sido testemunhada por outro ocupante da casa.
Ao chegar ao palco do ocorrido, o gerente, identificado como Gilberto Joventino da Silva, encontrou morto por um tiro no rosto o empregado conhecido como “Popai” e cujo nome verdadeiro é Milton João Duarte Alves, de idade não revelada.
Conforme foi relatado à polícia, o autor do disparo teria usado uma espingarda calibre 20, e já estaria identificado: Eduardo dos Santos Ripke, 20 anos. Ainda não há confirmação, mas segundo suspeitas de quem conhecia a vítima, ela teria sido executada enquanto dormia.
Um morador da região, em entrevista ao FOLHA DO SUL ON LINE, disse que uma discussão entre homicida e vítima teria sido o estopim da tragédia.
Conforme a fonte ouvida pelo site, após matar o colega, Eduardo teria fugido para Vilhena numa caminhonete. Ele trouxe consigo a testemunha do assassinato, que foi deixada na cidade e já teria feito contato com os familiares. Este homem que presenciou a cena, ainda não se apresentou à polícia, mas não há indícios do envolvimento dele na morte.
CASA MAL ASSOMBRADA – A mesma casa onde aconteceu o homicídio nesta madrugada, já foi palco de uma tragédia que abalou o Cone Sul. Em junho de 2005, um casal descontrolado matou ali uma mulher e suas quatro filhas, com idades de 2, 6, 8 e 12 anos.