Assessoria prometeu esclarecimentos amanhã

A condenação imposta à ex primeira-dama de Vilhena, Rosani Donadon (PMDB), e que serviu como base para o pedido de impugnação de sua candidatura a prefeita pelo Ministério Público não tem a ver com desvio de recursos públicos ou mesmo ato de improbidade administrativa. Trata-se de crime eleitoral cometido na campanha de 2008, quando o marido dela, Melki Donadon (PTB), concorria a prefeito.

Na época do fato, o MP alegou que tanto Melki quanto Rosani participaram da inauguração de uma obra de iluminação no então recém-implantado bairro Assossete. O ato teria contrariado à legislação eleitoral, que vetava aquele tipo de cerimônia durante a campanha. A defesa do casal chegou a alegar que eles sequer compareceram à solenidade, mas mesmo assim, a condenação em primeira instância aconteceu e foi mantida pelo TRE.

O caso, que se arrasta há oito anos, está sendo analisado no TSE, em Brasília. Uma decisão favorável a Melki e Rosani, liberaria pelo menos a participação dela no pleito deste ano, uma vez que ele ainda tem outras pendências judiciais.

A assessoria da peemedebista anunciou que amanhã enviará esclarecimentos oficiais ao FOLHA DO SUL ON LINE, falando sobre o pedido de impugnação feito contra Rosani pelo Ministério Público Eleitoral.