Antes do vilhenense, mandato será ocupado por empresária de Porto Velho
Ao se afastar temporariamente do mandato e ceder a vaga à sua primeira suplente, o senador Confúcio Moura (MDB) virou alvo de comentários nos meios políticos de Rondônia.
A licença por quatro meses, supostamente para tratar de questões pessoais, tem sido vista como uma estratégia do ex-governador para organizar sua campanha para voltar ao Palácio Rio Madeira.
No lugar do veterano político entra a primeira suplente, empresária Maria Eliza Aguiar e Silva, ex-dona da faculdade São Lucas, recentemente vendida para um grande grupo da área educacional. Ela é de Porto Velho.
O FOLHA DO SUL ON LINE ouviu um aliado de Confúcio, que garantiu: a promessa de permitir que seus suplentes assumissem o mandato por breves períodos havia sido feita quando ambos foram convidados para a chapa na qual ele se elegeu. O senador, segundo a fonte ouvida pelo site, negou que ele tenha intenção de disputar o Governo de Rondônia no ano que vem.
De acordo com o entrevistado, cumprindo sua palavra, empenhada ainda em 2018, Confúcio também deve chamar o pastor Evangélico Carlos Milton Morais, líder da Igreja Assembléia Deus, Ministério de Madureira em Vilhena, seu segundo suplente, para ocupar sua cadeira, em período ainda a ser definido.
Hoje aos 57 anos, o religioso disse ao FOLHA DO SUL ON LINE na época que foi convidado para integrar a chapa de Confúcio que, antes da convenção do MDB, na qual o nome do ex-governador foi homologado, começou a receber mensagens através do WhatsApp, mas pensou se tratar de algum assessor usando o aparelho dele.
Depois, o líder de sua igreja no Estado, pastor Sebastião Valadares, ligou e pediu a Carlos Milton para conversar pessoalmente com Confúcio na cidade de Pimenta Bueno. Após o encontro, o vilhenense foi convencido a aceitar o desafio e enviou a papelada para integrar a chapa de Moura.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 03 de Setembro de 2021, às 09:30