Milhares de funcionários de empresas que prestam serviços terceirizados ao governo poder público em Vilhena receberam, junto com seus dois últimos contracheques, santinhos de candidatos que concorrem nas próximas eleições. Perguntada se a prática não caracteriza abuso de poder econômico, uma autoridade local deu de ombros e respondeu : “Evidente que é, mas não podemos fazer nada, isso é assunto para a Procuradoria-Geral da República, em Porto Velho”. Então, ficamos assim: nem o www.folhadosulonline.com.br nem a Justiça desconhecem o assunto. Só resta agora a algum candidato que se sinta prejudicado protocolar uma queixa formal junto ao juiz eleitoral, Vinicius Bovo, contra a prática. Quem sabe depois das eleições, quando não adiantar mais nada, os contracheques voltem a ser entregues como antes?