O FOLHA DO SUL ON LINE apurou junto a uma fonte da Polícia Militar em Vilhena que uma das melhores opções para identificar e dois homens acusados de violentar sexualmente, na noite de ontem, uma mulher de 21 anos, não poderá ser usada.
A abordagem à denunciante teria acontecido num trecho da avenida Celso Mazutti, quando a garota atravessou a BR 364, e não foi filmada pela câmera de monitoramento instalada pela própria PM em frente ao posto Catarinense, às margens da rodovia.
De acordo com o policial que deu a informação, o equipamento não estava funcionando no momento do ataque à moça em virtude de um defeito provocado pela oscilação da energia elétrica que o alimenta. A outra câmera, no cruzamento da rodovia com a avenida Paraná, fica muito distante do local do episódio.
O CASO - De acordo com o relato da jovem, que chegou à cidade há apenas três dias, ela estava numa pizzaria na região central quando, às 22:00h de ontem, resolveu ir para casa de bicicleta. Ao cruzar a BR, foi abordada por estranhos que estavam num veículo modelo VW Gol branco, e que a obrigaram a entrar no carro.
Segundo um empresário que socorreu a vítima após o ataque, ela disse que havia dois homens no carro, mas apenas um a teria violentado. O ato teria acontecido nas proximidades da Pemaza, num terreno baldio.
A mulher descreveu o agressor para a polícia: cor branca, camiseta regata preta e bermuda jeans. Ele estaria com hálito de álcool e, além do abuso sexual, teria lhe atingido com socos. A violentada disse que chegou a dar uma mordia na mão esquerda do estuprador.
Mesmo com a ausência de imagens, a polícia já deu início às investigações com base no depoimento da própria vítima.
Autor:
Edeblandes Ortis
Fonte:
FS
Publicado em 27 de Janeiro de 2014, às 17:05